O incomparável Pierre Verger nos dá uma idéia de Salvador nos anos 40:
“as atividades comerciais como a exportação, importação e setor bancário eram concentradas entre a Igreja Conceição da Praia e o Prédio da Câmara de Comércio. As pessoas costumavam discutir os seus negócios nas ruas tranqüilas onde poucos carros passavam. O ar condicionado ainda não estava na moda e as ruas eram infinitamente mais bem ventiladas que os escritórios. Bahia manteve sua característica provinciana e seu ritmo de vida continuou atrelado aos hábitos estabelecidos no começo do século. Os telefones funcionavam muito mal e as pessoas preferiam discutir os seus negócios em certas esquinas escolhidas por serem mais frescas a certas horas do dia...”
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