Os tradicionais ônibus vermelhos de dois andares de Londres ganharão um novo modelo a partir de 20 de fevereiro de 2012, anunciaram nesta sexta-feira as autoridades municipais.
Os novos veículos serão inspirados nos populares Routemasters --que permitiam subir e descer do ônibus em qualquer momento por sua parte traseira, que é aberta-- e foram retirados da circulação em dezembro de 2005 por problemas de segurança e substituídos por outros modelos vermelhos de dois andares, mas fechados.
Alguns dos antigos ônibus, reproduzidos em souvenires, seguem percorrendo determinadas rotas, mas só com fins turísticos.
Os novos modelos de ônibus londrinos, apresentados nesta sexta-feira na Trafalgar Square, são mais aerodinâmicos, menos poluentes e são os primeiros com design exclusivo para Londres nos últimos 50 anos.
O retorno dos velhos Routemasters em sua versão ecológica foi uma das promessas eleitorais do prefeito de Londres, o conservador Boris Johnson, assunto pelo qual enfrentou duramente seu antecessor, Ken Livingston, na campanha.
O anterior prefeito trabalhista os retirou devido aos inúmeros acidentes registrados quando as pessoas subiam e desciam com os veículos em andamento.
Em 2005 a maioria dos velhos modelos foi substituída por outros ônibus também de dois andares e vermelhos, mas fechados, que têm a porta controlada pelo motorista e não necessitam de cobrador para vender as passagens.
Fonte: folha online
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segunda-feira, dezembro 19, 2011
domingo, dezembro 18, 2011
Holanda vai proibir turistas de comprar maconha em cafés a partir de 2012- 16/12/2011
A nova legislação que proíbe aqueles que não residem na Holanda de comprar maconha em cafés --também conhecidos como coffee shops-- na região sul dos Países Baixos deve começar a vigorar até o dia 1º de maio do próximo ano, segundo informou o ministro da Justiça holandês na quinta-feira (15).
"A lei vai ser emendada em 1º de janeiro, mas haverá um período de tolerância até 1º de maio", disse a porta-voz do ministro, Charlotte Menten.
O governo de centro-direita do primeiro-ministro Mark Rutte tem distribuído, desde setembro de 2010, um "cartão da maconha", reservado apenas para residentes e obrigatório quando se visita um dos 670 coffee shops licenciados do país.
A medida, que proprietários dos cafés dizem que prejudicaria uma indústria que é cartão-postal para viajantes durante anos, foi tomada para proteger locais contra o aumento do turismo de drogas e da criminalidade, segundo argumentaram as autoridades.
Menten disse que o período de tolerância até 1º de maio vai ocorrer para dar a coffee shops de cidades como Zeeland, Limburg e Brabant (que são fronteiriças a países como Bélgica e Alemanha, tempo para reorganizar o "novo sistema de administração".
"Mas, se quiserem implementar isso em alguns lugares antes, é possível", declarou ela, emendando que o resto do país deverá seguir a determinação em 2013.
A partir daí, os cafés holandeses vão se tornar clubes fechados para 2.000 membros que residem no país --incluindo estrangeiros-- que vivem nos Países Baixos e cuja idade esteja acima dos 18 anos.
Há muito, residentes do país vêm reclamando sobre o impacto do turismo da droga --incluindo poluição, congestionamentos, barulho durante a noite e uma proliferação de traficantes nas ruas.
O governo holandês também planeja introduzir uma política para exigir uma distância mínima de 350 metros de escolas, a fim de manter o consumo de drogas longe das crianças.
Embora tecnicamente ilegal, a Holanda descriminalizou a posse de menos de cinco gramas de maconha em 1976, sob uma autointitulada política de "tolerância".
Fonte: folha online
"A lei vai ser emendada em 1º de janeiro, mas haverá um período de tolerância até 1º de maio", disse a porta-voz do ministro, Charlotte Menten.
O governo de centro-direita do primeiro-ministro Mark Rutte tem distribuído, desde setembro de 2010, um "cartão da maconha", reservado apenas para residentes e obrigatório quando se visita um dos 670 coffee shops licenciados do país. A medida, que proprietários dos cafés dizem que prejudicaria uma indústria que é cartão-postal para viajantes durante anos, foi tomada para proteger locais contra o aumento do turismo de drogas e da criminalidade, segundo argumentaram as autoridades.
Menten disse que o período de tolerância até 1º de maio vai ocorrer para dar a coffee shops de cidades como Zeeland, Limburg e Brabant (que são fronteiriças a países como Bélgica e Alemanha, tempo para reorganizar o "novo sistema de administração".
"Mas, se quiserem implementar isso em alguns lugares antes, é possível", declarou ela, emendando que o resto do país deverá seguir a determinação em 2013.
A partir daí, os cafés holandeses vão se tornar clubes fechados para 2.000 membros que residem no país --incluindo estrangeiros-- que vivem nos Países Baixos e cuja idade esteja acima dos 18 anos.
Há muito, residentes do país vêm reclamando sobre o impacto do turismo da droga --incluindo poluição, congestionamentos, barulho durante a noite e uma proliferação de traficantes nas ruas.
O governo holandês também planeja introduzir uma política para exigir uma distância mínima de 350 metros de escolas, a fim de manter o consumo de drogas longe das crianças.
Embora tecnicamente ilegal, a Holanda descriminalizou a posse de menos de cinco gramas de maconha em 1976, sob uma autointitulada política de "tolerância".
Fonte: folha online
Torre Eiffel inaugura pista de patinação no gelo a 57 m de altura- 16/12/2011
Os franceses se reuniram na quinta-feira para acompanhar a inauguração de uma pista de patinação no gelo a 57 metros de altura, montada no primeiro andar da emblemática torre Eiffel, e que ficará disponível ao público até o próximo dia 1º de fevereiro.
Este é o segundo ano consecutivo que os visitantes vão poder patinar nesta peculiar pista de gelo de 200 m², mas a última nos próximos. Isso porque, após a retirada da pista, a torre Eiffel deverá passar por uma ampla reforma que deverá se estender por mais de um ano.
Apesar do intenso frio registrado na capital francesa na quinta-feira, a pista de patinação recebeu um grande público em sua inauguração --todos querendo provar a sensação de deslizar sobre o gelo diante de uma vista panorâmica da cidade.
Além da procurada pista de patinação, a torre Eiffel também oferece muitas opções gastronômicas em seus restaurantes e opções de jogos de mesa.
No último ano, a pista de patinação da torre Eiffel recebeu a visita de mais de mil patinadores por dia, "um verdadeiro êxito de público", segundo os organizadores do projeto, que alugam os patins por US$ 6,50.
Como a pista ficará aberta todos os dias até às 22h30 (horário local), a noite não será um empecilho para os visitantes e turistas, que poderão seguir sua patinação sob as luzes coloridas da torre.
Aqueles com menos prática também vão poder se divertir, já que a pista oferece uma espécie de trenó, em forma de pinguim, para ajudar os iniciantes a manterem o equilíbrio. Neste primeiro dia, os visitantes puderam ver algumas piruetas, mas também muitas quedas.
Fonte; folha online
Este é o segundo ano consecutivo que os visitantes vão poder patinar nesta peculiar pista de gelo de 200 m², mas a última nos próximos. Isso porque, após a retirada da pista, a torre Eiffel deverá passar por uma ampla reforma que deverá se estender por mais de um ano.
Apesar do intenso frio registrado na capital francesa na quinta-feira, a pista de patinação recebeu um grande público em sua inauguração --todos querendo provar a sensação de deslizar sobre o gelo diante de uma vista panorâmica da cidade.
Além da procurada pista de patinação, a torre Eiffel também oferece muitas opções gastronômicas em seus restaurantes e opções de jogos de mesa.
No último ano, a pista de patinação da torre Eiffel recebeu a visita de mais de mil patinadores por dia, "um verdadeiro êxito de público", segundo os organizadores do projeto, que alugam os patins por US$ 6,50.
Como a pista ficará aberta todos os dias até às 22h30 (horário local), a noite não será um empecilho para os visitantes e turistas, que poderão seguir sua patinação sob as luzes coloridas da torre.
Aqueles com menos prática também vão poder se divertir, já que a pista oferece uma espécie de trenó, em forma de pinguim, para ajudar os iniciantes a manterem o equilíbrio. Neste primeiro dia, os visitantes puderam ver algumas piruetas, mas também muitas quedas.
Fonte; folha online
Vinho fez economia do Porto prosperar -17/12/2011
Produzido com uvas que crescem nas parreiras das escarpas do rio Douro, que corta o norte de Portugal de leste a oeste até o Porto, um vinho fortificado (o vinho do Porto) brindou a cidade com a pujança econômica.
Firmado entre lusos e ingleses, o tratado de Methuen, de 1703, foi fundamental para que a produção desse vinho licoroso ganhasse escala mundial.
Tal acordo foi celebrado para que, em troca de obter vantagens na aquisição de tecidos de lã britânicos, Portugal exportasse a produção de vinho do Porto para o Reino Unido em condições igualmente privilegiadas.
Nasceu assim, já em 1756, a primeira região vitivinícola demarcada do mundo.
O PORTO E O TURISMO
Produzido com 48 tipos de uva --entre elas, as varietais touriga nacional, touriga franca, tinta cão, tinta barroca e tinta roriz (ou tempranilha)--, tal vinho é fortificado com a adição de aguardente vínica, feita com o mosto.
Esse expediente interrompe a fermentação e o vinho fica estável, ganha paladar delicado e aroma intenso.
Hoje, atrás de marcas como Adriano Ramos Pinto, Quinta de la Rosa, Graham e Sandeman's, estão 40 mil viticultores.
Reza a lenda que, desde o século 15, as naus lusitanas já eram abastecidas com o vinho do Porto, menos suscetível às mudanças climáticas.
Hoje, visitar a região do Peso da Régua, onde é possível fazer uma degustação às cegas de vinhos do Porto e pães diversos, não é um passeio só para enólogos.
A Unesco declarou o rio --que nasce na Espanha, onde tem o nome de Duero-- um patrimônio da Humanidade.
Já a delegação do Douro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) estima em 180 mil pessoas anualmente o número de visitantes que navegaram por esse rio em embarcações turísticas.
Atualmente, cerca de 14 empresas operam passeios de barco na via navegável do Douro, que também é reconhecido nas imagens por barcos bem característicos que carregam imensas barricas de vinho, os chamados rabelos.
A zona produtora das uvas tem início 100 km a oeste da cidade do Porto, mas ao longo de todo o rio a paisagem alterna propriedades rurais bem cuidadas a igrejinhas e prédios históricos, muitos deles historicamente relacionados à produção vinícola.
Fonte: folha online
Firmado entre lusos e ingleses, o tratado de Methuen, de 1703, foi fundamental para que a produção desse vinho licoroso ganhasse escala mundial.
Tal acordo foi celebrado para que, em troca de obter vantagens na aquisição de tecidos de lã britânicos, Portugal exportasse a produção de vinho do Porto para o Reino Unido em condições igualmente privilegiadas.
Nasceu assim, já em 1756, a primeira região vitivinícola demarcada do mundo.
O PORTO E O TURISMO
Produzido com 48 tipos de uva --entre elas, as varietais touriga nacional, touriga franca, tinta cão, tinta barroca e tinta roriz (ou tempranilha)--, tal vinho é fortificado com a adição de aguardente vínica, feita com o mosto.
Esse expediente interrompe a fermentação e o vinho fica estável, ganha paladar delicado e aroma intenso.
Hoje, atrás de marcas como Adriano Ramos Pinto, Quinta de la Rosa, Graham e Sandeman's, estão 40 mil viticultores.
Reza a lenda que, desde o século 15, as naus lusitanas já eram abastecidas com o vinho do Porto, menos suscetível às mudanças climáticas.
Hoje, visitar a região do Peso da Régua, onde é possível fazer uma degustação às cegas de vinhos do Porto e pães diversos, não é um passeio só para enólogos.
A Unesco declarou o rio --que nasce na Espanha, onde tem o nome de Duero-- um patrimônio da Humanidade.
Já a delegação do Douro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) estima em 180 mil pessoas anualmente o número de visitantes que navegaram por esse rio em embarcações turísticas.
Atualmente, cerca de 14 empresas operam passeios de barco na via navegável do Douro, que também é reconhecido nas imagens por barcos bem característicos que carregam imensas barricas de vinho, os chamados rabelos.
A zona produtora das uvas tem início 100 km a oeste da cidade do Porto, mas ao longo de todo o rio a paisagem alterna propriedades rurais bem cuidadas a igrejinhas e prédios históricos, muitos deles historicamente relacionados à produção vinícola.
Fonte: folha online
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