Um tribunal dinamarquês decidirá nesta terça-feira se fecha um canal curdo que é acusado de violar a lei antiterrorista do país. A emissora é suspeita de apoiar o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
O pedido da promotoria é que o canal ROJ TV e a empresa Mesopotamia Broadcast percam sua permissão de exibição. Os dois grupos também podem ser multados cada um em cerca de 1,3 milhão de euros.
Durante os cinco meses da investigação, foram recolhidos fragmentos de programas, documentos e depoimentos de autoridades, além de conversas com um ex-diretor do canal e uma testemunha protegida. As informações querem demonstrar que a emissora é um aparelho de propaganda do PKK, financiado pela organização, que também é acusada de ter influência no conteúdo do canal.
DEFESA
Os advogados de defesa pedem a absolvição do processo por considerar infundadas as declarações. De acordo com os representantes, o canal só difunde a cultura curda e acreditam que o julgamento tem cunho político, a partir de presões de Estados Unidos e Turquia.
A emissora ainda conta com o aval da Comissão de Rádio e TV do país, que em várias ocasiões não considerou as transmissões provocadoras de ódio ou violadoras de leis dinamarquesas. A ROJ TV nega qualquer relação com o partido curdo e acredita que a ofensiva para o encerramento das transmissões parte de autoridades turcas.
TURQUIA
Não é a primeira vez que o canal sofre denúncias da Turquia. Em 2005, o país apresentou uma denúncia contra a polícia dinamarquesa. O mal-estar ficou claro em uma coletiva de imprensa abandonada pelo primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, em Copenhague por presença de jornalistas da emissora.
Quatro anos depois, bloqueou a nomeação do dinamarquês Anders Fogh Rasmussen para a secretaria-geral da Otan, a aliança militar do Ocidente, em uma tentativa de pressionar Copenhague para que feche o canal.
A ROJ TV possui seus estúdios na Bélgica, apesar de sua licença estar na Dinamarca. Caso seja aprovada a cassação do sinal, eles planejam se mudar para a Suécia. O canal emite do país desde 2004, antes passando por França e Inglaterra, que retiraram suas licenças.
Fonte: folha online
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terça-feira, janeiro 10, 2012
terça-feira, dezembro 20, 2011
Justiça uruguaia investiga morte de subsecretário argentino em hotel -20/12/2011
A Justiça do Uruguai iniciou uma investigação para tentar determinar a causa da morte do subsecretário de Comércio Exterior da Argentina, Ivan Heyn, que participava da cúpula do Mercosul, informaram nesta terça-feira fontes judiciais.
"Aparentemente é um suicídio, embora tenhamos recém começado a investigação" afirmou o juiz Homero da Costa, responsável pelo caso, após inspecionar o quarto do hotel Radisson, em Montevidéu, onde foi encontrado o corpo do político argentino.
"Por enquanto não podemos dar nenhum detalhe da investigação devido ao segredo de Justiça", acrescentou o juiz.
Fontes policiais confirmaram que Heyn, de 33 anos, tirou a própria vida enforcando-se no quarto que ocupava no luxuoso hotel, situado no centro da capital uruguaia e que foi sede de várias reuniões dos ministros de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai que participam da cúpula do Mercosul.
Heyn chegou a Montevidéu integrando a delegação da presidente argentina, Cristina Kirchner, que na cúpula recebeu das mãos do chefe de governo uruguaio, José Mujica, a Presidência temporária do bloco regional para exercê-la no próximo semestre.
O subsecretário havia assumido seu cargo no último dia 10. Ele era integrante do La Cámpora, partido político jovem do kirchnerismo, criado por Máximo Kirchner, filho do falecido ex-presidente Néstor Kirchner e de sua esposa e sucessora, Cristina Kirchner.
Economista heterodoxo graduado com honras na Universidade de Buenos Aires, Heyn presidiu a Corporação Puerto Madero e foi diretor da produtora de aço Aluar, uma das mais importantes da Argentina.
De pai paraguaio e mãe argentina, ele também foi presidente da Federação de Estudantes da Universidade de Buenos Aires. Sua carreira no governo kirchnerista começou quando ele tinha 28 anos, como assessor da então ministra da Economia Felisa Miceli e depois secretário de Indústria, entre 2008 e 2009.
Após o triunfo eleitoral de Cristina em outubro, a presidente argentina o escolheu como um dos novos líderes jovens dentro do Ministério da Economia, cujo titular é Hernán Lorenzino.
Fonte: folha online
"Aparentemente é um suicídio, embora tenhamos recém começado a investigação" afirmou o juiz Homero da Costa, responsável pelo caso, após inspecionar o quarto do hotel Radisson, em Montevidéu, onde foi encontrado o corpo do político argentino.
"Por enquanto não podemos dar nenhum detalhe da investigação devido ao segredo de Justiça", acrescentou o juiz.
Fontes policiais confirmaram que Heyn, de 33 anos, tirou a própria vida enforcando-se no quarto que ocupava no luxuoso hotel, situado no centro da capital uruguaia e que foi sede de várias reuniões dos ministros de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai que participam da cúpula do Mercosul.
Heyn chegou a Montevidéu integrando a delegação da presidente argentina, Cristina Kirchner, que na cúpula recebeu das mãos do chefe de governo uruguaio, José Mujica, a Presidência temporária do bloco regional para exercê-la no próximo semestre.
O subsecretário havia assumido seu cargo no último dia 10. Ele era integrante do La Cámpora, partido político jovem do kirchnerismo, criado por Máximo Kirchner, filho do falecido ex-presidente Néstor Kirchner e de sua esposa e sucessora, Cristina Kirchner.
Economista heterodoxo graduado com honras na Universidade de Buenos Aires, Heyn presidiu a Corporação Puerto Madero e foi diretor da produtora de aço Aluar, uma das mais importantes da Argentina.
De pai paraguaio e mãe argentina, ele também foi presidente da Federação de Estudantes da Universidade de Buenos Aires. Sua carreira no governo kirchnerista começou quando ele tinha 28 anos, como assessor da então ministra da Economia Felisa Miceli e depois secretário de Indústria, entre 2008 e 2009.
Após o triunfo eleitoral de Cristina em outubro, a presidente argentina o escolheu como um dos novos líderes jovens dentro do Ministério da Economia, cujo titular é Hernán Lorenzino.
Fonte: folha online
Policiais ocupam TV na Argentina; canal vê "perseguição do governo" -20/12/2011
O juiz federal Walter Bento ordenou, nesta terça-feira, a intervenção na sede da operadora de TV a cabo Cablevisión, do grupo Clarín, o maior do setor de multimídia da Argentina, que interpretou o fato como parte de uma "perseguição" do governo de Cristina Kirchner.
Cinquenta agentes da polícia militar entraram na sede da Cablevisión em Buenos Aires, cumprindo ordens do magistrado da província de Mendoza (oeste), por denúncia de "exercício presumível de concorrência desleal" e "posição dominante".
O juiz designou um "interventor coadministrador" depois da queixa apresentada pela empresa concorrente Vila-Manzano, titular do Supercanal, também de televisão a cabo, segundo Ricardo Mastronardi, advogado do funcionário designado interventor pela Justiça, Enrique Anzoise.
"Não podemos separar este episódio da escalada do governo nacional contra o grupo Clarín", disse o gerente de Comunicações, Martín Echevers.
De acordo com o "Clarín", o grupo de multimídia Vila-Manzano, a que pertence o Supercanal, é um aliado fundamental do governo argentino.
A operação é "considerada sem precedentes, inscrevendo-se numa campanha sistemática de perseguição que o governo nacional realiza contra as empresas do Grupo Clarín", afirmou a Cablevisión em comunicado.
A ação durou cerca de três horas. Membros do Judiciário e policiais se retiraram do local depois que os advogados da empresa reclamaram que eles não tinham jurisdição para tal ação, embora não esteja claro quem ordenou a retirada da polícia, órgão dependente do Ministério da Segurança.
Em defesa da administração federal, o ministro do Interior, Florencio Randazzo, disse que "é um disparate" considerar que a ordem partiu do governo de Cristina Kirchner, sustentando que o Corpo de Gendarmes "atua como auxiliar da Justiça".
CONFRONTOS
O governo Kirchner e o grupo empresarial que publica o jornal "Clarín", o de maior circulação na Argentina, mantêm um confronto que cresceu nos últimos dias.
O fato acontece num momento em que o Senado se prepara para votar uma lei polêmica que declara de interesse público o papel jornal, que tem como único fabricante a Papel Prensa, controlada pelos diários "Clarín" (49% das ações) e "La Nación" (22,49%), os dois maiores da Argentina, enquanto o Estado possui uma participação de 28,08%.
Segundo imagens dos canais de notícias, o interventor Anzoise, que não substituirá o diretor da empresa, foi agredido por empregados ao deixar o prédio da Cablevisión num bairro do sul da capital argentina.
Mastronardi explicou que Anzoise "terá um prazo de 60 dias para analisar toda a documentação" e elaborar um relatório para o juiz Walter Bento.
Já Sandra González, da entidade de defesa do consumidor Adecua, apoiou a decisão judicial assinalando que "quando houver abuso de posição dominante fica caracterizada a concorrência desleal e, lamentavelmente, o grupo em questão não pode fazer o que pretende".
O grupo Clarín administra 60% do mercado da televisão a cabo na Argentina e 90% na área da capital e periferia, que possui 14 milhões de habitantes, segundo o canal de notícias América 24.
A Cablevisión conta com mais de 3.300.000 assinantes distribuídos na Argentina, no Uruguai e no Paraguai. Na Argentina, está presente em 96 cidades e em 12 províncias, informa a empresa em sua página na internet.
SAIBA MAIS
A intenção do governo argentino de legislar sobre a fabricação e a distribuição do papel para jornais e o estabelecimento da Lei de Serviços Audiovisuais, que determina a abertura do setor, são algumas das questões de disputa entre Cristina Kirchner e os donos dos principais jornais do país.
A fábrica Papel Prensa foi fundada em 1972 e adquirida pelos principais jornais argentinos, "Clarín" e "La Nación", durante a ditadura, fato que está sendo investigado pela Justiça por conta das denúncias de que foram cometidas violações aos direitos humanos neste processo.
Para a Adepa (Associação de Entidades Jornalísticas Argentinas), os últimos dois anos foram os mais difíceis para os meios de comunicação argentinos desde a retomada da democracia em 1983.
A entidade alega que jornalistas e diretores de meios de comunicação vêm sofrendo "danos pessoais e injúria" por parte de funcionários ou setores ligados ao governo.
Fonte: mfolha online
Cinquenta agentes da polícia militar entraram na sede da Cablevisión em Buenos Aires, cumprindo ordens do magistrado da província de Mendoza (oeste), por denúncia de "exercício presumível de concorrência desleal" e "posição dominante".
O juiz designou um "interventor coadministrador" depois da queixa apresentada pela empresa concorrente Vila-Manzano, titular do Supercanal, também de televisão a cabo, segundo Ricardo Mastronardi, advogado do funcionário designado interventor pela Justiça, Enrique Anzoise.
"Não podemos separar este episódio da escalada do governo nacional contra o grupo Clarín", disse o gerente de Comunicações, Martín Echevers.
De acordo com o "Clarín", o grupo de multimídia Vila-Manzano, a que pertence o Supercanal, é um aliado fundamental do governo argentino.
A operação é "considerada sem precedentes, inscrevendo-se numa campanha sistemática de perseguição que o governo nacional realiza contra as empresas do Grupo Clarín", afirmou a Cablevisión em comunicado.
A ação durou cerca de três horas. Membros do Judiciário e policiais se retiraram do local depois que os advogados da empresa reclamaram que eles não tinham jurisdição para tal ação, embora não esteja claro quem ordenou a retirada da polícia, órgão dependente do Ministério da Segurança.
Em defesa da administração federal, o ministro do Interior, Florencio Randazzo, disse que "é um disparate" considerar que a ordem partiu do governo de Cristina Kirchner, sustentando que o Corpo de Gendarmes "atua como auxiliar da Justiça".
CONFRONTOS
O governo Kirchner e o grupo empresarial que publica o jornal "Clarín", o de maior circulação na Argentina, mantêm um confronto que cresceu nos últimos dias.
O fato acontece num momento em que o Senado se prepara para votar uma lei polêmica que declara de interesse público o papel jornal, que tem como único fabricante a Papel Prensa, controlada pelos diários "Clarín" (49% das ações) e "La Nación" (22,49%), os dois maiores da Argentina, enquanto o Estado possui uma participação de 28,08%.
Segundo imagens dos canais de notícias, o interventor Anzoise, que não substituirá o diretor da empresa, foi agredido por empregados ao deixar o prédio da Cablevisión num bairro do sul da capital argentina.
Mastronardi explicou que Anzoise "terá um prazo de 60 dias para analisar toda a documentação" e elaborar um relatório para o juiz Walter Bento.
Já Sandra González, da entidade de defesa do consumidor Adecua, apoiou a decisão judicial assinalando que "quando houver abuso de posição dominante fica caracterizada a concorrência desleal e, lamentavelmente, o grupo em questão não pode fazer o que pretende".
O grupo Clarín administra 60% do mercado da televisão a cabo na Argentina e 90% na área da capital e periferia, que possui 14 milhões de habitantes, segundo o canal de notícias América 24.
A Cablevisión conta com mais de 3.300.000 assinantes distribuídos na Argentina, no Uruguai e no Paraguai. Na Argentina, está presente em 96 cidades e em 12 províncias, informa a empresa em sua página na internet.
SAIBA MAIS
A intenção do governo argentino de legislar sobre a fabricação e a distribuição do papel para jornais e o estabelecimento da Lei de Serviços Audiovisuais, que determina a abertura do setor, são algumas das questões de disputa entre Cristina Kirchner e os donos dos principais jornais do país.
A fábrica Papel Prensa foi fundada em 1972 e adquirida pelos principais jornais argentinos, "Clarín" e "La Nación", durante a ditadura, fato que está sendo investigado pela Justiça por conta das denúncias de que foram cometidas violações aos direitos humanos neste processo.
Para a Adepa (Associação de Entidades Jornalísticas Argentinas), os últimos dois anos foram os mais difíceis para os meios de comunicação argentinos desde a retomada da democracia em 1983.
A entidade alega que jornalistas e diretores de meios de comunicação vêm sofrendo "danos pessoais e injúria" por parte de funcionários ou setores ligados ao governo.
Fonte: mfolha online
segunda-feira, dezembro 19, 2011
EUA ameaçam multar doador de esperma em US$ 100 mil - 19/12/2011
Autoridades americanas alertaram um homem da Califórnia a parar de doar sêmen para mulheres que desejam ter filhos, ameaçando multá-lo em US$ 100 mil.
Trent Arsenault, 36, disse ao jornal "San Francisco Chronicle" que há cinco anos doa esperma a mulheres que conhece pela internet.
Segundo ele --que diz ter 14 filhos-- três das mulheres ficaram grávidas na semana passada
Ele diz que pensou em fazer as doações a bancos de esperma, que oferecem dinheiro e garantem anonimato. No entanto, disse que preferiu doar diretamente às mulheres, porque assim consegue conhecer pessoalmente os futuros pais.
O FDA (Food and Drugs Administration, órgão do governo que regula o consumo de alimentos e remédios) disse a Arsenault que ele pode ser multado em até US$ 100 mil ou passar até um ano na prisão por ignorar exigências para a doação, como exames de sangue para detectar possíveis doenças.
Fonte: folha online
Trent Arsenault, 36, disse ao jornal "San Francisco Chronicle" que há cinco anos doa esperma a mulheres que conhece pela internet.
Segundo ele --que diz ter 14 filhos-- três das mulheres ficaram grávidas na semana passada
Ele diz que pensou em fazer as doações a bancos de esperma, que oferecem dinheiro e garantem anonimato. No entanto, disse que preferiu doar diretamente às mulheres, porque assim consegue conhecer pessoalmente os futuros pais.
O FDA (Food and Drugs Administration, órgão do governo que regula o consumo de alimentos e remédios) disse a Arsenault que ele pode ser multado em até US$ 100 mil ou passar até um ano na prisão por ignorar exigências para a doação, como exames de sangue para detectar possíveis doenças.
Fonte: folha online
Ex-jogadores da seleção italiana são presos por fraudes - 19/12/2011
Dezessete envolvidos em acusações de fraude em diversas partidas do futebol italiano, entre eles dois que jogadores que atuaram pela "Azzurra", foram presos hoje em uma operação da polícia italiana.
Um deles é o meia Cristiano Doni, ex-capitão da Atalanta, e o outro é o ex-zagueiro Luigi Sartor, que atuou pela Inter de Milão e pela Roma e jogou com a camisa da seleção nacional apenas contra o Paraguai e em um amistoso contra os Estados Unidos.
Também foram detidos o ex-atleta Alessandro Zamperini, da segunda divisão, e outros dois jogadores ainda em atividade, Carlo Gervasoni, do Piacenza, e Filippo Carobbio, do Spezia.
A operação, que envolveu as forças de segurança das províncias de Cremona, Brescia, Bologna e do serviço central operacional da polícia italiana, é a segunda parte do resultado de uma investigação que, em junho, levou à prisão outras 16 pessoas, entre elas o ex-jogador da seleção italiana Giuseppe Signori.
Doni estaria envolvido na manipulação de ao menos três jogos de seu time no ano passado, quando o clube disputava a série B do Campeonato Italiano. Ele foi preso preventivamente para que evitasse adulterar provas.
O meia já estava suspenso por três anos pela Justiça esportiva italiana após a primeira fase da investigação da Procuradoria de Cremona tê-lo indicado em junho como um dos envolvidos na manipulação de resultados.
De acordo com os investigadores, o esquema de fraudes nos jogos teria sido organizado por um grupo internacional sediado em Cingapura e alterado resultados das temporadas de 2009/2010 e 2010/2011 do torneio nacional.
Suspeita-se ainda que três partidas da série A da temporada passada --entre Brescia e Bari, Brescia e Lecce, e Napoli e Sampdoria --também tenham sido fraudadas.
Fonte; folha online
Um deles é o meia Cristiano Doni, ex-capitão da Atalanta, e o outro é o ex-zagueiro Luigi Sartor, que atuou pela Inter de Milão e pela Roma e jogou com a camisa da seleção nacional apenas contra o Paraguai e em um amistoso contra os Estados Unidos.
Também foram detidos o ex-atleta Alessandro Zamperini, da segunda divisão, e outros dois jogadores ainda em atividade, Carlo Gervasoni, do Piacenza, e Filippo Carobbio, do Spezia.
A operação, que envolveu as forças de segurança das províncias de Cremona, Brescia, Bologna e do serviço central operacional da polícia italiana, é a segunda parte do resultado de uma investigação que, em junho, levou à prisão outras 16 pessoas, entre elas o ex-jogador da seleção italiana Giuseppe Signori.
Doni estaria envolvido na manipulação de ao menos três jogos de seu time no ano passado, quando o clube disputava a série B do Campeonato Italiano. Ele foi preso preventivamente para que evitasse adulterar provas.
O meia já estava suspenso por três anos pela Justiça esportiva italiana após a primeira fase da investigação da Procuradoria de Cremona tê-lo indicado em junho como um dos envolvidos na manipulação de resultados.
De acordo com os investigadores, o esquema de fraudes nos jogos teria sido organizado por um grupo internacional sediado em Cingapura e alterado resultados das temporadas de 2009/2010 e 2010/2011 do torneio nacional.
Suspeita-se ainda que três partidas da série A da temporada passada --entre Brescia e Bari, Brescia e Lecce, e Napoli e Sampdoria --também tenham sido fraudadas.
Fonte; folha online
Posts patrocinados levam Justiça a processar Facebook nos EUA - 18/12/2011
Maior rede social do mundo, o Facebook está respondendo a um processo por ferir as regras de publicidade da Califórnia (EUA) com o "Sponsored Stories" (posts patrocinados) lançado em janeiro deste ano.
Esses posts podem ser uma propaganda de determinado produto ou um comentário de uma companhia, como Intel ou Nissan. Quando um usuário "curte", seus amigos ficam sabendo.
Segundo o próprio Facebook, esses posts patrocinados fazem dobrar as respostas aos anúncios e aumentam em até três vezes as chances de compra dos produtos.
A Justiça federal da Califórnia (EUA) considera a prática violação das leis comerciais e de publicidade do Estado. Por isso, negou o pedido do Facebook para encerrar a ação.
Fonte: folha online
Esses posts podem ser uma propaganda de determinado produto ou um comentário de uma companhia, como Intel ou Nissan. Quando um usuário "curte", seus amigos ficam sabendo.
Segundo o próprio Facebook, esses posts patrocinados fazem dobrar as respostas aos anúncios e aumentam em até três vezes as chances de compra dos produtos.
A Justiça federal da Califórnia (EUA) considera a prática violação das leis comerciais e de publicidade do Estado. Por isso, negou o pedido do Facebook para encerrar a ação.
Fonte: folha online
Superiores de acusado de vazar dados se recusam a testemunhar -18/12/2011
Duas das testemunhas chamadas neste domingo para dar declarações durante a audiência preliminar contra Bradley Manning se negaram a testemunhar.
Trata-se de dois superiores do soldado quando começaram a se tornar evidentes seus distúrbios psicológicos, principal argumento usado na defesa de Manning.
Acusado de vazar milhares de documentos classificados para o portal Wikileaks, o soldado pediu ajuda a seus superiores semanas antes de sua detenção em um e-mail no qual revelava que sofria graves problemas psicológicos devido a uma desordem de identidade de gênero.
Segundo as evidências mostradas ao longo da audiência, o soldado enviou uma mensagem ao sargento major Paul Adkins, no qual lhe dizia que era transexual e lhe juntava uma fotografia vestido de mulher. Ele dizia que o assunto tinha lhe causado problemas na base de Hammer, no Iraque.
O advogado de Manning, David Coombs, interrogou durante o terceiro dia de audiência o capitão Steven Lim, que teve o soldado sob suas ordens e que admitiu conhecer a existência dessa mensagem a qual Adkins.
A suspeita é que Adkins e o brigadeiro Kyle Bolonek, os dois superiores do acusado, tenham recusado a testemunhar por falta de preparo. Eles conhecem a situação de Manning e usufruíram do direito ao silêncio, informou a rede "CNN".
SUSPENSÃO
A capitão Casey Fulton, também superior de Manning no Iraque, foi a primeira testemunha durante o terceiro dia de audiência e assegurou que recomendou que o soldado fosse suspenso e submetido a uma análise psiquiátrica após agredir uma companheira, Jihrleah Showman.
Diversas testemunhas confirmaram que Manning tinha acesso à rede de dados classificados do Pentágono, a Siprnet, e que descarregou documentos da plataforma.
A capitão confessou que enquanto Manning esteve sob seu comando estava preocupada com seu comportamento e tinha recomendado que sua arma fosse retirada.
Os advogados do soldado o retratam como um jovem em luta consigo mesmo e estão tentando mostrar que seus superiores podiam ter evitado a tempo as consequências de sua conduta.
O objetivo dessa fase do procedimento é determinar se Manning deve ser julgado pela jurisdição comum ou se submeter a um conselho de guerra por delitos muito graves, como o de "alta traição".
O soldado é acusado de ter entregue ao Wikileaks 260.000 despachos diplomáticos americanos relativos às guerras no Iraque e no Afeganistão. Ele responde a 22 acusações e pode ser condenado à prisão perpétua.
Fonte: folha online
Trata-se de dois superiores do soldado quando começaram a se tornar evidentes seus distúrbios psicológicos, principal argumento usado na defesa de Manning.
Acusado de vazar milhares de documentos classificados para o portal Wikileaks, o soldado pediu ajuda a seus superiores semanas antes de sua detenção em um e-mail no qual revelava que sofria graves problemas psicológicos devido a uma desordem de identidade de gênero.
Segundo as evidências mostradas ao longo da audiência, o soldado enviou uma mensagem ao sargento major Paul Adkins, no qual lhe dizia que era transexual e lhe juntava uma fotografia vestido de mulher. Ele dizia que o assunto tinha lhe causado problemas na base de Hammer, no Iraque.
O advogado de Manning, David Coombs, interrogou durante o terceiro dia de audiência o capitão Steven Lim, que teve o soldado sob suas ordens e que admitiu conhecer a existência dessa mensagem a qual Adkins.
A suspeita é que Adkins e o brigadeiro Kyle Bolonek, os dois superiores do acusado, tenham recusado a testemunhar por falta de preparo. Eles conhecem a situação de Manning e usufruíram do direito ao silêncio, informou a rede "CNN".
SUSPENSÃO
A capitão Casey Fulton, também superior de Manning no Iraque, foi a primeira testemunha durante o terceiro dia de audiência e assegurou que recomendou que o soldado fosse suspenso e submetido a uma análise psiquiátrica após agredir uma companheira, Jihrleah Showman.
Diversas testemunhas confirmaram que Manning tinha acesso à rede de dados classificados do Pentágono, a Siprnet, e que descarregou documentos da plataforma.
A capitão confessou que enquanto Manning esteve sob seu comando estava preocupada com seu comportamento e tinha recomendado que sua arma fosse retirada.
Os advogados do soldado o retratam como um jovem em luta consigo mesmo e estão tentando mostrar que seus superiores podiam ter evitado a tempo as consequências de sua conduta.
O objetivo dessa fase do procedimento é determinar se Manning deve ser julgado pela jurisdição comum ou se submeter a um conselho de guerra por delitos muito graves, como o de "alta traição".
O soldado é acusado de ter entregue ao Wikileaks 260.000 despachos diplomáticos americanos relativos às guerras no Iraque e no Afeganistão. Ele responde a 22 acusações e pode ser condenado à prisão perpétua.
Fonte: folha online
domingo, dezembro 18, 2011
Holanda vai proibir turistas de comprar maconha em cafés a partir de 2012- 16/12/2011
A nova legislação que proíbe aqueles que não residem na Holanda de comprar maconha em cafés --também conhecidos como coffee shops-- na região sul dos Países Baixos deve começar a vigorar até o dia 1º de maio do próximo ano, segundo informou o ministro da Justiça holandês na quinta-feira (15).
"A lei vai ser emendada em 1º de janeiro, mas haverá um período de tolerância até 1º de maio", disse a porta-voz do ministro, Charlotte Menten.
O governo de centro-direita do primeiro-ministro Mark Rutte tem distribuído, desde setembro de 2010, um "cartão da maconha", reservado apenas para residentes e obrigatório quando se visita um dos 670 coffee shops licenciados do país.
A medida, que proprietários dos cafés dizem que prejudicaria uma indústria que é cartão-postal para viajantes durante anos, foi tomada para proteger locais contra o aumento do turismo de drogas e da criminalidade, segundo argumentaram as autoridades.
Menten disse que o período de tolerância até 1º de maio vai ocorrer para dar a coffee shops de cidades como Zeeland, Limburg e Brabant (que são fronteiriças a países como Bélgica e Alemanha, tempo para reorganizar o "novo sistema de administração".
"Mas, se quiserem implementar isso em alguns lugares antes, é possível", declarou ela, emendando que o resto do país deverá seguir a determinação em 2013.
A partir daí, os cafés holandeses vão se tornar clubes fechados para 2.000 membros que residem no país --incluindo estrangeiros-- que vivem nos Países Baixos e cuja idade esteja acima dos 18 anos.
Há muito, residentes do país vêm reclamando sobre o impacto do turismo da droga --incluindo poluição, congestionamentos, barulho durante a noite e uma proliferação de traficantes nas ruas.
O governo holandês também planeja introduzir uma política para exigir uma distância mínima de 350 metros de escolas, a fim de manter o consumo de drogas longe das crianças.
Embora tecnicamente ilegal, a Holanda descriminalizou a posse de menos de cinco gramas de maconha em 1976, sob uma autointitulada política de "tolerância".
Fonte: folha online
"A lei vai ser emendada em 1º de janeiro, mas haverá um período de tolerância até 1º de maio", disse a porta-voz do ministro, Charlotte Menten.
O governo de centro-direita do primeiro-ministro Mark Rutte tem distribuído, desde setembro de 2010, um "cartão da maconha", reservado apenas para residentes e obrigatório quando se visita um dos 670 coffee shops licenciados do país. A medida, que proprietários dos cafés dizem que prejudicaria uma indústria que é cartão-postal para viajantes durante anos, foi tomada para proteger locais contra o aumento do turismo de drogas e da criminalidade, segundo argumentaram as autoridades.
Menten disse que o período de tolerância até 1º de maio vai ocorrer para dar a coffee shops de cidades como Zeeland, Limburg e Brabant (que são fronteiriças a países como Bélgica e Alemanha, tempo para reorganizar o "novo sistema de administração".
"Mas, se quiserem implementar isso em alguns lugares antes, é possível", declarou ela, emendando que o resto do país deverá seguir a determinação em 2013.
A partir daí, os cafés holandeses vão se tornar clubes fechados para 2.000 membros que residem no país --incluindo estrangeiros-- que vivem nos Países Baixos e cuja idade esteja acima dos 18 anos.
Há muito, residentes do país vêm reclamando sobre o impacto do turismo da droga --incluindo poluição, congestionamentos, barulho durante a noite e uma proliferação de traficantes nas ruas.
O governo holandês também planeja introduzir uma política para exigir uma distância mínima de 350 metros de escolas, a fim de manter o consumo de drogas longe das crianças.
Embora tecnicamente ilegal, a Holanda descriminalizou a posse de menos de cinco gramas de maconha em 1976, sob uma autointitulada política de "tolerância".
Fonte: folha online
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