sexta-feira, junho 15, 2012
quinta-feira, junho 14, 2012
Collor, o peferido dos novos feios, sujos e malvados-12/06/2012
Ai, ai… Pô, gente… A VEJA não segue os meus conselhos. Que pena! Deveria usar Fernando Collor como garoto-propaganda. A campanha publicitária seria mais ou menos assim: “Este homem não gosta de nós!”. E pronto! Não consigo pensar em campanha publicitária mais esclarecedora. Ora, leitores: se aqueles que se querem nossos inimigos não são, por si, um atestado definitivo de nossa boa ou má conduta, convenham que são ao menos um sinal importante.
Collor, hoje um lulista fanático e um dirceuzista juramentado, usou seu tempo na CPI para resgatar a agenda inicial da turma: atacar a VEJA e a Procuradoria-Geral da Repúbica. Dizer o quê? Já expus ao menos vinte motivos (daqui a pouco, republico o post) para este patriota odiar a revista. Ao longo do mandato, atropelado que foi por seu próprio cleptogoverno, ganhou de presente 20 capas.
Além da moral e dos costumes, ele hoje divide com muitos petistas o ódio à imprensa livre. Até este escriba já foi processado, em 1997, por este homem público por causa de uma matéria de capa da revista República. Vejam:
Como se nota ali, a página tem um corte diagonal. Numa metade, Collor andando de jet ski; sobre a sua imagem, a palavra “livres”; na outra metade, os pobres pendurados nas janelas do Carandiru; sobre eles, a palavra “presos”. A chamada que remetia à reportagem afirma: “Cadeia no Brasil só para batedor de carteira. Mas a impunidade dos poderosos e corruptos pode acabar”. O ex-caçador de marajás e hoje caçador de jornalistas não gostou. Ele processou a revista e a mim, mas perdeu. Prevaleceram a liberdade de imprensa e a liberdade de opinião. Numa democracia, é permitido a gente achar que alguém como Collor deveria estar na cadeia.
Collor é mesmo um portento. Quem, segundo a Polícia Federal, a Interpol e o FBI negociou com bandidos comprovados foi gente de sua família, que, provaram essas instituições, comprou o Dossiê Cayman. A reportagem está aqui. Aquilo, sim, era coisa de bandidos. Circulou na imprensa por anos a fio, até que seus responsáveis fossem parar atrás das grades.
Na sua intervenção tresloucada de hoje, Collor anunciou nada menos de seis representações contra Roberto Gurgel, procurador-geral da República, e a subprocuradora Cláudia Sampaio Marques: uma na esfera cível, uma na penal e quatro na administrativa. Acusou, sem meias palavras, o procurador-geral de “fazer moeda de troca” das investigações.
Assim como Collor tem motivos pessoais para odiar a VEJA, também os tem para tentar desmoralizar o procurador-geral e, muito especialmente, a subprocuradora Cláudia Sampaio. Reportagem da Folha explica o motivo:
“Alvo do senador Fernando Collor (PTB-AL) na CPI do Cachoeira, a subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio pediu a condenação do ex-presidente, em 2008, por supostos peculato, corrupção passiva e falsidade ideológica em ação no STF (Supremo Tribunal Federal). A denúncia do Ministério Público diz que Collor se beneficiou de esquema de “caixa dois” montado por membros de seu governo (1990-92) e empresas de publicidade. Procurado desde quinta, Collor não se manifestou. Ainda sem decisão final, o processo é um desdobramento das investigações que levaram ao impeachment do então presidente, em 1992.”
Collor cumpre na CPI a agenda combinada com Lula e Dirceu, de quem é hoje mero estafeta. Mas tem também seus motivos pessoais para o exercício permanente do ódio, que tão bem o notabilizou. Isso faz dele o grande herói dos blogs sujos. Todos estão em companhia adequada.
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: veja online
Collor, hoje um lulista fanático e um dirceuzista juramentado, usou seu tempo na CPI para resgatar a agenda inicial da turma: atacar a VEJA e a Procuradoria-Geral da Repúbica. Dizer o quê? Já expus ao menos vinte motivos (daqui a pouco, republico o post) para este patriota odiar a revista. Ao longo do mandato, atropelado que foi por seu próprio cleptogoverno, ganhou de presente 20 capas.
Além da moral e dos costumes, ele hoje divide com muitos petistas o ódio à imprensa livre. Até este escriba já foi processado, em 1997, por este homem público por causa de uma matéria de capa da revista República. Vejam:
Como se nota ali, a página tem um corte diagonal. Numa metade, Collor andando de jet ski; sobre a sua imagem, a palavra “livres”; na outra metade, os pobres pendurados nas janelas do Carandiru; sobre eles, a palavra “presos”. A chamada que remetia à reportagem afirma: “Cadeia no Brasil só para batedor de carteira. Mas a impunidade dos poderosos e corruptos pode acabar”. O ex-caçador de marajás e hoje caçador de jornalistas não gostou. Ele processou a revista e a mim, mas perdeu. Prevaleceram a liberdade de imprensa e a liberdade de opinião. Numa democracia, é permitido a gente achar que alguém como Collor deveria estar na cadeia.
Collor é mesmo um portento. Quem, segundo a Polícia Federal, a Interpol e o FBI negociou com bandidos comprovados foi gente de sua família, que, provaram essas instituições, comprou o Dossiê Cayman. A reportagem está aqui. Aquilo, sim, era coisa de bandidos. Circulou na imprensa por anos a fio, até que seus responsáveis fossem parar atrás das grades.
Na sua intervenção tresloucada de hoje, Collor anunciou nada menos de seis representações contra Roberto Gurgel, procurador-geral da República, e a subprocuradora Cláudia Sampaio Marques: uma na esfera cível, uma na penal e quatro na administrativa. Acusou, sem meias palavras, o procurador-geral de “fazer moeda de troca” das investigações.
Assim como Collor tem motivos pessoais para odiar a VEJA, também os tem para tentar desmoralizar o procurador-geral e, muito especialmente, a subprocuradora Cláudia Sampaio. Reportagem da Folha explica o motivo:
“Alvo do senador Fernando Collor (PTB-AL) na CPI do Cachoeira, a subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio pediu a condenação do ex-presidente, em 2008, por supostos peculato, corrupção passiva e falsidade ideológica em ação no STF (Supremo Tribunal Federal). A denúncia do Ministério Público diz que Collor se beneficiou de esquema de “caixa dois” montado por membros de seu governo (1990-92) e empresas de publicidade. Procurado desde quinta, Collor não se manifestou. Ainda sem decisão final, o processo é um desdobramento das investigações que levaram ao impeachment do então presidente, em 1992.”
Collor cumpre na CPI a agenda combinada com Lula e Dirceu, de quem é hoje mero estafeta. Mas tem também seus motivos pessoais para o exercício permanente do ódio, que tão bem o notabilizou. Isso faz dele o grande herói dos blogs sujos. Todos estão em companhia adequada.
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: veja online
Vinte motivos de Collor oara odiar a Veja.Ou: O PT de antes e o PT de agora- 12/06/2012
Reinaldo Azevedo
É compreensível que o senador Fernando Collor odeie tanto a VEJA. As capas da revista que espelham a sua trajetória no poder falam por si, muito especialmente aquela em que Pedro, o irmão, conta tudo. Por que não lembrá-las? Todas as edições estão disponíveis aos leitores, mesmo aos não assinantes, na íntegra. Collor não detesta a revista porque ela tenha contado mentiras a seu respeito, mas porque os fatos irrefutáveis relatados em sucessivas edições resultaram na sua queda. O povo de Alagoas o elegeu senador. Tem uma mandato legítimo como o de qualquer outro. Mas não tem legitimidade para tentar intimidar a imprensa. Tampouco se apaga a sua história.
Este senhor precisa entender que a imprensa livre não existe por vontade dos políticos. Os políticos é que existem por vontade da democracia, de que a imprensa livre é um dos pilares.
Vejam. Volto para arrematar.
Voltei
Nos anos de 1991 e 1992, o PT era um partido de oposição e achava que a VEJA prestava relevantes serviços ao país. E prestava mesmo! Ontem como hoje. Se algum parlamentar da base collorida sonhasse em enviar a imprensa para o banco dos réus, o partido certamente reagiria. Por amor à democracia? Não! Esse, tínhamos nós. Os petistas tinham apenas um projeto de poder.
Quando chegaram lá, elegeram a imprensa livre como sua principal adversária – justamente aquela que era paparicada na véspera. Afinal, algo havia mudado: no poder, o PT, como acontece com todo mundo que vence a eleição, deixou o papel de pedra para ser vidraça; deixou de investigar para ser investigado. E não se conformou.
Uma banda do partido não teve dúvida. Juntou-se com o seu adversário de antes – e as capas acima valem por uma folha corrida – para tentar perseguir o jornalismo independente. Tentem saber, hora dessas, por curiosidade, o que fazia o lixão que hoje ataca a revista. Para fazer o que se vê acima – e o que se viu nos governos que se sucederam –, é preciso ter coragem. Quem vive de rastros, implorando dinheiro oficial para existir, nao consegue ser dono nem da própria opinião, tanto menos de um jornalismo crítico e independente.
A imprensa que tem vergonha na cara não mudou. Essa é a história.
Texto publicado originalmente às 4h52
Por Reinaldo Azevedo
Linkin Park - Rolling In The Deep (Adele Cover - Live)
Linkin Park performing a cover of Adele's "Rolling In The Deep" live at the 2011 iTunes Festival. The track as well as five more live recordings from the night are available.
EUA já venderam US$ 50 bilhões em armas em 2012-14/06/2012
Jung Yeon-Je
As vendas militares dos Estados Unidos ao exterior desde o início do ano fiscal de 2012 atingiram o recorde de 50 bilhões de dólares, graças a acordos com Arábia Saudita e Japão para a aquisição de caças, informou nesta quinta-feira uma fonte oficial.
"Hoje posso confirmar que se trata de um ano recordista para as vendas militares ao exterior. Já ultrapassamos os 50 bilhões de dólares em vendas no ano fiscal de 2012", que termina no dia 30 de setembro, explicou em entrevista coletiva Andrew Shapiro, subsecretário de Estado para Assuntos político-militares.
As vendas de material militar a outros países verificou um aumento de 70% sobre o período anterior.
Shapiro destacou que o governo americano espera vender à Índia 22 helicópteros de ataque Apache, por 14 bilhões de dólares, o que aumentará o valor registrado até o momento.
"Evidentemente, a venda à Arábia Saudita foi muito significativa", explicou o especialista, ao citar os 29,4 bilhões de dólares, que incluem 84 caças F-15SA construídos pela Boeing.
"Mas as cifras também incluem a venda do Joing Strike Fighter ao Japão, totalizando 10 bilhões de dólares", acrescentou Shapiro.
© Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados
Fonte: veja online
As vendas militares dos Estados Unidos ao exterior desde o início do ano fiscal de 2012 atingiram o recorde de 50 bilhões de dólares, graças a acordos com Arábia Saudita e Japão para a aquisição de caças, informou nesta quinta-feira uma fonte oficial.
"Hoje posso confirmar que se trata de um ano recordista para as vendas militares ao exterior. Já ultrapassamos os 50 bilhões de dólares em vendas no ano fiscal de 2012", que termina no dia 30 de setembro, explicou em entrevista coletiva Andrew Shapiro, subsecretário de Estado para Assuntos político-militares.
As vendas de material militar a outros países verificou um aumento de 70% sobre o período anterior.
Shapiro destacou que o governo americano espera vender à Índia 22 helicópteros de ataque Apache, por 14 bilhões de dólares, o que aumentará o valor registrado até o momento.
"Evidentemente, a venda à Arábia Saudita foi muito significativa", explicou o especialista, ao citar os 29,4 bilhões de dólares, que incluem 84 caças F-15SA construídos pela Boeing.
"Mas as cifras também incluem a venda do Joing Strike Fighter ao Japão, totalizando 10 bilhões de dólares", acrescentou Shapiro.
© Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados
Fonte: veja online
Rappers saem no tapa por Rihanna, diz tabloide-14/05/2012
Chris Brown e Drake teriam se agredido em bar de Nova York. Brown chegou a publicar uma foto de seu queixo sangrando, mas imagem foi retirada do ar
Segundo o tabloide, os músicos têm uma rixa há anos porque Drake namorou Rihanna depois de Brown. Por isso, para apaziguar os ânimos, quando percebeu que Drake estava no mesmo bar, Brown teria enviado uma garrafa de champagne para o colega. Mas Drake não gostou muito da oferta, e teria devolvido a garrafa com um bilhete que dizia: "Estou fazendo sexo com o amor da sua vida. Aceite."
Fonte: veja online
De acordo com o tabloide britânico The Sun, os rappers Chris Brown e Drake se envolveram em uma briga por causa da cantora Rihanna.
Na noite desta quarta-feira, Brown publicou uma foto no Twitter de seu queixo sangrando, supostamente após ser atingido por uma garrafa durante a briga, que teria acontecido em um bar de Nova York. A foto já foi apagada.
Segundo o tabloide, os músicos têm uma rixa há anos porque Drake namorou Rihanna depois de Brown. Por isso, para apaziguar os ânimos, quando percebeu que Drake estava no mesmo bar, Brown teria enviado uma garrafa de champagne para o colega. Mas Drake não gostou muito da oferta, e teria devolvido a garrafa com um bilhete que dizia: "Estou fazendo sexo com o amor da sua vida. Aceite."
Foi nesse momento, de acordo com fontes do The Sun, que Brown teria partido para cima de Drake, que o atingiu com um soco. Antes que Brown pudesse reagir, outro homem atingiu o rapper com uma garrafa, abrindo seu queixo. A segurança do bar interveio e separou a briga. Drake foi embora, e Brown teve de ser levado ao hospital.
Brown e Rihanna terminaram seu relacionamento em 2009, depois que ele a agrediu. Apesar disso, tudo indica que estejam se reconciliando. A cantora, no entanto, não estaria nos seus melhores dias. Depois de levantar preocupação entre seus amigos mais próximos por não estar cuidando de sua saúde, Rihanna recebeu um ultimato de Jay-Z, que ameaçou expulsá-la da gravadora Roc Nation caso ela não se cuide.
Na tarde desta quinta-feira, Drake enviou comunicado à imprensa negando que tenha se envolvido em uma briga com Brown.Fonte: veja online
sábado, junho 09, 2012
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