Mãe relapsa
Lula é uma mãe para caloteiros da Previdência: não cobrou a dívida de R$ 250 bilhões (30% da receita) e ampliou as renúncias para R$ 12 bilhões.
Alô, alô... caiu
Quem vai reclamar na Anatel do ouvidor da agência que enalteceu o governo no programa eleitoral de Lula?
Mão lava a outra
Mulher do deputado federal Carlito Merss (PT-SC), Maria Marinete Merss é assessora parlamentar da senadora petista Ideli Salvatti, de quem é amiga.
Cúmplices do crime
O desembargador Miguel Mônico Neto, do Tribunal de Justiça de Rondônia, ficou perplexo com a possibilidade de 23 “companheiros de delito” – leia-se deputados – poderem decidir sobre a liberdade do chefe, Carlão de Oliveira, preso pela operação Dominó, da Polícia Federal. E negou-lhe hábeas corpus. Ao negar liberdade a Carlão de Oliveira, o desembargador desabafou: “A realidade é mais rica do que qualquer imaginação, mesmo a do legislador constitucional, o qual jamais poderia supor situação tão peculiar”.
Tempos bicudos
Pesquisa da Agência Brasil, do governo federal, junto a diplomatas e especialistas em política externa concluiu: o próximo presidente enfrentará cenário externo muito ruim.
Alô, Fidel!
Um deputado argentino fotografou ontem no jornal Página 12 seu papo com o ditador cubano. O substituto, Raúl Castro, garante que Fidel dá ordens pelo telefone. A voz de Fidel faria sucesso no site de vídeos youtube.
Aqui como lá
Ao acordar, Miguel Lucena estanhou o silêncio... Não, ele não estava em Brasília. Era o “rapa”, que atua tanto nos centros das grandes cidades brasileiras quanto em Luanda, capital da Angola.
De profundis
A carta de FHC aos tucanos não expressa bem a unção de Geraldo Alckmin como “futuro presidente”. Na verdade, é uma extrema-unção.
Um ministro com pasta
Marcio Thomaz Bastos (Justiça) almoçou quarta em Brasília, no restaurante Corrientes 348, com o advogado Arnaldo Malheiros, um velho amigo que defendeu Palocci no escândalo do caseiro. Ao final, ganhou de aniversário uma pasta de couro. A coluna quis esclarecer o presente, mas a assessoria do ministro disse que ele estava “em reunião” e, logo depois, “viajando”.
Sushi com pimenta
Avalista geral do presidente Lula, o amigão Paulo Okamato, do Sebrae, deve estar coçando o talão, caso o PT tenha que devolver R$ 11,7 milhões das cartilhas que o Tribunal de Contas da União considerou irregulares.
Disse-me-disse
O ex-ministro da Saúde Humberto Costa insiste que foi ele quem pediu à Polícia Federal para investigar a máfia dos vampiros. Mas, ao depor na PF, ele disse que o Ministério Público Federal investigava o caso desde 1998.
Insulto
Evo Morales afana os investimentos brasileiros na Bolívia, mas o governo Lula trata o cocaleiro a pão-de-ló: mandou a Marinha do Brasil recuperar a embarcação militar boliviana Suarez Arana, que naufragou no dia 1º.
Bengala na Justiça
A Justiça não considerou improcedente a queixa de José Dirceu contra o bengaleiro Yves Hublet. Só entendeu que é caso de desacato e não injúria real, como pretendia a queixa-crime. O ex-ministro recorreu. A PF investiga.
sexta-feira, setembro 15, 2006
PT armação
PF prenderá Luiz Vedoin outra vez
A pedido da Polícia Federal, a Justiça revogou o alvará de soltura de Luiz Antônio Trevisan Vedoin, um dos sócios da Planam e chefe da máfia das ambulâncias. Ele deverá ser preso novamente em instantes, pela Polícia Federal. Luiz confiou ao primo Paulo Roberto Dalcol Trevisan a missão de levar a São Paulo um material de vídeo e fotografia que envolve o ex-ministro da Saúde José Serra com a Planam. O materal foi apreendido pela Polícia Federal quando Paulo Roberto tentava embarcar para São Paulo, mas ele não está preso: apenas foi convidado a comparecer à sede da PF para prestar depoimento. Na capital paulista, Paulo Roberto entregaria o material a Valderan Padilha, com quem a PF apreendeu R$ 1,715 milhão em dinheiro vivo para fechar o negócio. Padilha seria ligado ao PT, segundo acredita a PF. Luiz Vendoin pretendia lucrar R$ 2 milhões com as imagens e fotos de Serra recebendo ambulâncias na sede da Planam, em Cuiabá.
Fonte: www.claudiohumberto.com.br
A pedido da Polícia Federal, a Justiça revogou o alvará de soltura de Luiz Antônio Trevisan Vedoin, um dos sócios da Planam e chefe da máfia das ambulâncias. Ele deverá ser preso novamente em instantes, pela Polícia Federal. Luiz confiou ao primo Paulo Roberto Dalcol Trevisan a missão de levar a São Paulo um material de vídeo e fotografia que envolve o ex-ministro da Saúde José Serra com a Planam. O materal foi apreendido pela Polícia Federal quando Paulo Roberto tentava embarcar para São Paulo, mas ele não está preso: apenas foi convidado a comparecer à sede da PF para prestar depoimento. Na capital paulista, Paulo Roberto entregaria o material a Valderan Padilha, com quem a PF apreendeu R$ 1,715 milhão em dinheiro vivo para fechar o negócio. Padilha seria ligado ao PT, segundo acredita a PF. Luiz Vendoin pretendia lucrar R$ 2 milhões com as imagens e fotos de Serra recebendo ambulâncias na sede da Planam, em Cuiabá.
Fonte: www.claudiohumberto.com.br
Biografia de candidatos
Denise Frossard
Candidata à Governadora do Rio de janeiro 2006
Mineira de Carangola, Denise Frossard está em seu primeiro mandato como Deputada Federal pelo PPS do Rio de Janeiro. Nas últimas eleições, em 2002, foi a Deputada Federal mais votada do Rio de Janeiro, com 385.111 votos, entre 1500 candidatos. Em 1993, Denise Frossard ficou conhecida internacionalmente como a Juíza que colocou na cadeia os 14 mais importantes banqueiros do jogo do bicho. Durante o processo, Denise Frossard sofreu três atentados. A sentença dada naquela oportunidade reconheceu, pela primeira vez, a existência do crime organizado no País. Durante seu mandato, a parlamentar se destacou pela defesa intransigente da ética na política e foi a única Deputada a abrir mão do aumento das verbas de representação de gabinete, em abril de 2005. No início de 2006, a Deputada já havia devolvido aos cofres públicos a quantia de R$ 106 mil reais. Denise é uma das fundadoras da ONG Transparência Brasil, organização independente e comprometida com o combate à corrupção. Em 2004, Denise Frossard pediu a instalação de uma Comissão Permanente de Inquérito para apurar o caso de corrupção envolvendo Waldomiro Diniz, ligado ao ex-Ministro José Dirceu. O pedido não foi adiante. Em 2005, Denise Frossard foi escolhida pelo PPS para ser a representante do partido na CPMI dos Correios. Durante seu mandato, que se encerra em dezembro de 2006, a parlamentar se notabilizou pela luta em favor das revisões dos sistemas Penal e Judiciário. Professora da Fundação Getúlio Vargas, do Rio, Denise Frossard é formada em Direito pela PUC-Rio. Aprovada em concurso público para ser Juíza Auxiliar na Comarca de Porciúncula, no Estado do Rio, Denise foi Juíza Titular da 10ª Vara Criminal da Capital. Em 1998, abriu mão de ser promovida a desembargadora e requereu a aposentadoria para se candidatar a uma cadeira no Senado Federal.
Como Juíza Denise Frossard participou de casos de grande repercussão, como o julgamento de 11 integrantes do grupo Hell’s Angels, acusados da morte de um integrante do grupo adversário, os Balaios, ocorrido em 1987. Desde esta época, Denise Frossard era conhecida por sua determinação e chegou a ficar em audiência por 30 horas, quando condenou a 23 anos de prisão por homicídio o ex-escrivão de polícia Arlindo Lamarini. Em 1991, chegou a interrogar 156 presos em uma mesma oportunidade, todos acusados de participar de uma rebelião. Em fevereiro de 2004, Denise Frossard tornou-se embaixadora da paz. Apenas cem pessoas em todo o mundo foram escolhidas para receber o prêmio de Embaixadores e Operadores da Paz, oferecido pelo Comitê de Organização Internacional pela paz no mundo e pela Prefeitura de Roma.
Fonte:www.denisefrossard.com.br
Candidata à Governadora do Rio de janeiro 2006
Mineira de Carangola, Denise Frossard está em seu primeiro mandato como Deputada Federal pelo PPS do Rio de Janeiro. Nas últimas eleições, em 2002, foi a Deputada Federal mais votada do Rio de Janeiro, com 385.111 votos, entre 1500 candidatos. Em 1993, Denise Frossard ficou conhecida internacionalmente como a Juíza que colocou na cadeia os 14 mais importantes banqueiros do jogo do bicho. Durante o processo, Denise Frossard sofreu três atentados. A sentença dada naquela oportunidade reconheceu, pela primeira vez, a existência do crime organizado no País. Durante seu mandato, a parlamentar se destacou pela defesa intransigente da ética na política e foi a única Deputada a abrir mão do aumento das verbas de representação de gabinete, em abril de 2005. No início de 2006, a Deputada já havia devolvido aos cofres públicos a quantia de R$ 106 mil reais. Denise é uma das fundadoras da ONG Transparência Brasil, organização independente e comprometida com o combate à corrupção. Em 2004, Denise Frossard pediu a instalação de uma Comissão Permanente de Inquérito para apurar o caso de corrupção envolvendo Waldomiro Diniz, ligado ao ex-Ministro José Dirceu. O pedido não foi adiante. Em 2005, Denise Frossard foi escolhida pelo PPS para ser a representante do partido na CPMI dos Correios. Durante seu mandato, que se encerra em dezembro de 2006, a parlamentar se notabilizou pela luta em favor das revisões dos sistemas Penal e Judiciário. Professora da Fundação Getúlio Vargas, do Rio, Denise Frossard é formada em Direito pela PUC-Rio. Aprovada em concurso público para ser Juíza Auxiliar na Comarca de Porciúncula, no Estado do Rio, Denise foi Juíza Titular da 10ª Vara Criminal da Capital. Em 1998, abriu mão de ser promovida a desembargadora e requereu a aposentadoria para se candidatar a uma cadeira no Senado Federal.
Como Juíza Denise Frossard participou de casos de grande repercussão, como o julgamento de 11 integrantes do grupo Hell’s Angels, acusados da morte de um integrante do grupo adversário, os Balaios, ocorrido em 1987. Desde esta época, Denise Frossard era conhecida por sua determinação e chegou a ficar em audiência por 30 horas, quando condenou a 23 anos de prisão por homicídio o ex-escrivão de polícia Arlindo Lamarini. Em 1991, chegou a interrogar 156 presos em uma mesma oportunidade, todos acusados de participar de uma rebelião. Em fevereiro de 2004, Denise Frossard tornou-se embaixadora da paz. Apenas cem pessoas em todo o mundo foram escolhidas para receber o prêmio de Embaixadores e Operadores da Paz, oferecido pelo Comitê de Organização Internacional pela paz no mundo e pela Prefeitura de Roma.
Fonte:www.denisefrossard.com.br
segunda-feira, junho 26, 2006
O texto é agresivo, mas não é mentiroso e serve para pensar

KARL MARX - UMA TRAGÉDIA DE ERROS
"Um tecido de grosserias, calúnias, falsificações e plágios. Marx é o parasita do socialismo."
(Joseph Proudhon, socialista utópico, 1847)
Era uma vez um burguês intelectual judeu que odiava judeus, intelectuais e burgueses. Enfim: um sociopata que odiava a si mesmo. Até aí, tudo bem. O problema foi quando ele fez escola e se tornou o mentor de uma multidão de vermes iguais a ele.
Karl Marx já foi desmascarado como charlatão na Europa no século 19, ainda em vida.
Qualificado pelos próprios aliados como “difícil, violento e autoritário”, Marx não inspirava respeito nem em outros socialistas. Talvez por isso o russo Mikhail Bakunin o tenha classificado como “monte de esterco”, o francês Proudhon como “verme falsário” e o seu companheiro de redação da Gazeta Renana, Karl Heinzen, como “espírito perverso, que vivia sempre sujo, capaz de tudo, menos de um gesto nobre”
Com efeito, Marx traiu a mulher - a aristocrata Jenny - com a própria empregada, Helene (com quem teve um filho, Freddy, que logo tratou de expulsar de casa); adulterou os números da mensagem orçamentária do primeiro-ministro inglês Gladstone (em discurso na Internacional dos Trabalhadores, em 1864); falsificou dados estatísticos de livros da Biblioteca do British Museum (fonte para a elaboração dos capítulos XIII e XV de O Capital ); caluniou Mikhail Bakunin, acusando o anarquista, sem provas, de ser “agente secreto da polícia czarista” ; e para compor sua obra apocalíptica, plagiou o pensamento dos outros, sem citar autoria
Marx entrou para a História como vigarista desde o início: para “provar” que a evolução do capitalismo só ia piorar a vida dos trabalhadores, ele se apoiou nos dados dos Blue Books, relatórios anuais do Parlamento da Inglaterra. Quando Marx foi ver os relatórios, descobriu que, ao contrário do que ele estava dizendo, a condição social da classe operária tinha melhorado. Como os registros não comprovavam o que ele queria, ele usou os registros de trinta anos antes. E assim usou essa falsificação histórica na sua grande fraude O Capital.
Antes do Capitalismo, a expectativa de vida do trabalhador era de 35 anos. Desde então, você sabe, só fez aumentar para cerca de 75 anos nos países mais capitalistas. Por isso a população da Terra aumentou de meio bilhão para 6 bilhões de pessoas. Foi o Capitalismo que tirou a Humanidade da miséria absoluta. Hoje, as populações mais pobres do mundo são as sociedades menos capitalistas: África, Islã e Ásia.A História do século 20 desmentiu todas as previsões de Karl Marx.
“Cada geração de comunistas vive de renegar as antecessoras. Marx mente nos seus pressupostos filosóficos, mente na sua apresentação da História, mente nas suas teorias econômicas e mente nos dados estatísticos com que finge comprová-las. De sua obra nada se aproveita, exceto o treino dialético que se ganha em duelar com um mentiroso astuto.”
(Olavo de Carvalho)
Karl Marx chamava os russos de "lixo étnico", celebrava como preço do socialismo a destruição de uns "povos inferiores" (saudou o extermínio dos índios) e usava expressões como "negro pernóstico".
Como plagiador, Marx ultrapassa os limites da pura desonestidade. De Marat, se apropria da frase “o proletariado nada tem a perder, exceto os seus grilhões”. De Heine, “a religião é o ópio do povo”. De Louis Blanc, sacou a fórmula “de cada um segundo suas capacidades, a cada um segundo suas necessidades”. De Shapper, tirou a convocação “trabalhadores de todo o mundo, uni-vos”, e de Blanqui, a expressão “ditadura do proletariado”. Até mesmo sua obra bem acabada e vertiginosa, O Manifesto Comunista (1848, em parceria com Engels), é um plágio vergonhoso de O Manifesto da Democracia, de Victor Considérant, escrito cinco anos antes.
O fim da existência de Marx foi patético. Morreu praticamente só, aos 65 anos, depois de percorrer estações balneárias para mitigar o sofrimento físico, lastimando-se de dores generalizadas na laringe, brônquios, tumores, insônia e suores noturnos. Ao médico que dele cuidava, deixou bilhete, no qual dizia “só encontrar certo alívio numa terrível dor de cabeça – pois a dor física é a único ‘estupefaciente’ da dor psíquica”.
Sua família foi a grande vítima. Dos seis filhos que teve com a esposa, três morreram na primeira infância, em decorrência do estado de penúria a que foram submetidos, e três cometeram suicídio (as filhas Jenny, Laura e Leonor). O único sobrevivente, o filho bastardo do adultério com a empregada, nunca foi reconhecido pelo pai (como todo burguês hipócrita, Marx nem deixava o menino sentar-se á mesa com os irmãos “legítimos”) e foi adotado por Engels para “salvar as aparências”. A esposa Jenny, prematuramente envelhecida pelo sofrimento, morreu sem perdoar o marido por ter engravidado a empregada.
Com os pais, Marx não foi menos egoísta. Por ocasião da morte de Heinrich, de câncer no fígado, não compareceu ao enterro do pai porque “não tinha tempo a perder”. Por conta disso, a mãe cortou relações com ele - Henriette, saturada de pagar suas dívidas, advertiu o filho mimado parasita: “Você devia juntar algum capital em vez de só escrever sobre ele!”
Mas foi ao cometer grosseria com o amigo e provedor de todas as horas, Friedrich Engels, que Marx concedeu a chave para a explicação de sua imoralidade. Após a morte da companheira amada Mary Burns, Engels escreve ao amigo dizendo-se arrasado pelo fato. Marx, por carta, responde que a notícia o surpreendeu, mas logo passa a tecer considerações sobre as próprias necessidades pessoais. Engels, magoado com a frieza do outro, suspende o dinheiro e correspondência. O que leva Marx, apressado, não propriamente a pedir desculpas pela conduta mesquinha, mas a admitir, com franqueza brutal, que “em geral, nessas situações, meu único recurso é o cinismo”.
Fonte:inimigopublico.blig.ig.com.br
domingo, junho 25, 2006
Destacando-se da Massa
"Rejubilante e aprovativa como estava a multidão, regorgitou em uma tempestade de aplausos e gritos. Mas notei que, aqui e ali, entre os aplausos, alguns mantinham, insubmissos, as mãos imóveis. Mil pessoas batem palmas e duas ficam imóveis - e então estas duas são mais importantes que as mil"
.Karin Boye, Kalocaína
.Karin Boye, Kalocaína
Coisas de Ideli a companheira combativa $$$$$$$

IDELI A SENADORA DE 1 MILHÃO DE REAIS
"No primeiro ano do governo petista, a movimentação financeira de Ideli Salvatti mais que dobrou em relação a 2002: passou para R$ 477 mil. Em 2004 e 2005, no mesmo período em que o valerioduto passou a turbinar as contas do partido e de alguns de seus parlamentares, a senadora movimentou cerca de R$ 1 milhão nas contas, praticamente cinco vezes mais que os rendimentos que embolsa." Informa o Correio Braziliense, em repotagem de Ana D'Angelo. Leia, abaixo, reportagem completa.
Frases
"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional."
Psiquiatra Roberto Shinyashiki, numa entrevista concedida por ele à revista "Isto É".
"Aprender é descobrir aquilo que você já sabe, fazer é demonstrar que você o sabe, ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você. Somos todos aprendizes, fazedores, professores. Você ensina melhor aquilo que mais precisa aprender."
Richard Bach - Escritor de "Ilusões" e Fernão Capelo Gaivota
"Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político."
Charles Chaplin - (1889-1977) - Comediante e cineasta anglo-americano.
"Há duas espécies de homens: os justos que se julgam pecadores e os pecadores que se crêem justos."
Blaise Pascal - Filósofo, físico e matemático francês.
Psiquiatra Roberto Shinyashiki, numa entrevista concedida por ele à revista "Isto É".
"Aprender é descobrir aquilo que você já sabe, fazer é demonstrar que você o sabe, ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você. Somos todos aprendizes, fazedores, professores. Você ensina melhor aquilo que mais precisa aprender."
Richard Bach - Escritor de "Ilusões" e Fernão Capelo Gaivota
"Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político."
Charles Chaplin - (1889-1977) - Comediante e cineasta anglo-americano.
"Há duas espécies de homens: os justos que se julgam pecadores e os pecadores que se crêem justos."
Blaise Pascal - Filósofo, físico e matemático francês.
Aparelhamento descarado, como qualquer partidozinho de direita fisiológico
PT usa cadastro do governo para levar beneficiários de programas à convenção
25.06.2006
Folha de S. Paulo
O PT usou cadastros do governo para localizar e levar à convenção sete beneficiários de diferentes programas sociais. O partido pagou passagens e hospedagem em Brasília para os escolhidos, que funcionaram como "personagens" do discurso do presidente Lula e foram por ele chamados ao palco.Há contradições entre as versões do PT e do ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) sobre como os beneficiados pelos programas foram recrutados.Patrus disse à Folha que, pelo menos no caso de Maria José Ferreira da Silva, 31, que recebe o Bolsa-Família, o contato foi feito pela sua pasta, por meio da Prefeitura de Formosa (GO). "Não sei como foi feito nos outros ministérios, mas no caso do Bolsa-Família o contato foi feito pelo nosso ministério."Segundo Patrus, a Prefeitura de Formosa "tem tido uma atuação muito vigorosa, uma parceria constante com o ministério". Ele disse que, recentemente, foi feito um recadastramento dos beneficiários do Bolsa-Família. "A prefeitura tem todo mundo que foi recadastrado nesse processo e passou para a gente", afirmou.A assessoria do PT confirmou que as passagens e as hospedagens foram pagas pelo partido, mas disse que as pessoas foram localizadas pelos diretórios regionais, sem o uso dos cadastros.Beneficiário do Luz Para Todos, Arnaldo Pereira, 42, disse que foi convidado por um vizinho, que é do PT, e aceitou ir porque queria conhecer Brasília. Ele mora no Vale do Ribeira (SP).Já Maria José, que faz parte do Bolsa-Família, disse que foi convidada pela Secretaria de Trabalho e Promoção Social de Formosa. A prefeitura é do PP e o vice do PSDB. "A Silvana, do diretório nacional do PT, ligou e pediu para conseguir um beneficiário. Temos a lista com o cadastro e peguei a ficha da Maria", disse Evanir Vieira da Costa, assessora da secretaria que a levou ao evento no carro de uma amiga.Tanto Pereira quanto Maria José afirmaram que votarão no presidente Lula nas próximas eleições. "Eu topei vir porque acho que o Brasil tem que tomar conhecimento das coisas boas que ele fez para a gente", disse ela.
25.06.2006
Folha de S. Paulo
O PT usou cadastros do governo para localizar e levar à convenção sete beneficiários de diferentes programas sociais. O partido pagou passagens e hospedagem em Brasília para os escolhidos, que funcionaram como "personagens" do discurso do presidente Lula e foram por ele chamados ao palco.Há contradições entre as versões do PT e do ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) sobre como os beneficiados pelos programas foram recrutados.Patrus disse à Folha que, pelo menos no caso de Maria José Ferreira da Silva, 31, que recebe o Bolsa-Família, o contato foi feito pela sua pasta, por meio da Prefeitura de Formosa (GO). "Não sei como foi feito nos outros ministérios, mas no caso do Bolsa-Família o contato foi feito pelo nosso ministério."Segundo Patrus, a Prefeitura de Formosa "tem tido uma atuação muito vigorosa, uma parceria constante com o ministério". Ele disse que, recentemente, foi feito um recadastramento dos beneficiários do Bolsa-Família. "A prefeitura tem todo mundo que foi recadastrado nesse processo e passou para a gente", afirmou.A assessoria do PT confirmou que as passagens e as hospedagens foram pagas pelo partido, mas disse que as pessoas foram localizadas pelos diretórios regionais, sem o uso dos cadastros.Beneficiário do Luz Para Todos, Arnaldo Pereira, 42, disse que foi convidado por um vizinho, que é do PT, e aceitou ir porque queria conhecer Brasília. Ele mora no Vale do Ribeira (SP).Já Maria José, que faz parte do Bolsa-Família, disse que foi convidada pela Secretaria de Trabalho e Promoção Social de Formosa. A prefeitura é do PP e o vice do PSDB. "A Silvana, do diretório nacional do PT, ligou e pediu para conseguir um beneficiário. Temos a lista com o cadastro e peguei a ficha da Maria", disse Evanir Vieira da Costa, assessora da secretaria que a levou ao evento no carro de uma amiga.Tanto Pereira quanto Maria José afirmaram que votarão no presidente Lula nas próximas eleições. "Eu topei vir porque acho que o Brasil tem que tomar conhecimento das coisas boas que ele fez para a gente", disse ela.
Clovis Rossi
A lenda da desigualdade menor
Clóvis Rossi
A queda da desigualdade no Brasil está se tornando verdade absoluta e incontrastável. Queda a conta-gotas, mas queda, de todo modo, a partir da introdução das bolsas-esmola, no governo Fernando Henrique, bastante aumentadas com Lula. Será mesmo verdade? Explico a dúvida: todas as informações sobre a queda na desigualdade provêm de uma única fonte, a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios, do IBGE). Não desconfio dos pesquisadores, mas dos pesquisados -de alguns deles pelo menos. Pobre ou beneficiário das bolsas certamente dirá a verdade sobre sua renda. Mas não é preciso ser muito observador para saber que rico, ou quem ganha razoavelmente bem, terá dificuldades em ser franco (medo de seqüestro, de assalto, do fisco etc). Não é esse, no entanto, o ponto principal. O ponto é que, mesmo de boa-fé, quem tem renda financeira, além do salário, dificilmente se lembrará dela na hora em que o pesquisador perguntar quanto o pesquisado ganha. Avalie o seu próprio comportamento nessa situação: mesmo de boa-fé, será que, quando lhe perguntam a renda, lembra de dizer que, além do salário, ganhou uns trocadinhos com a poupança? Imagine então quem, além da poupança, tem investimentos financeiros mais rentáveis. É bom lembrar estimativas de Márcio Pochmann segundo as quais 20 mil famílias faturaram R$ 105 bilhões em 2005 graças aos juros obscenos que o governo paga, ao passo que os 8 milhões de beneficiários das bolsas-esmolas ficaram com apenas R$ 7 bilhões. Não é razoável pensar que, em vez de a desigualdade ter diminuído, aumentou a renda dos sem-renda, que a declaram, ao passo que a renda dos com-juros tende a ser em parte escamoteada?
Clóvis Rossi
A queda da desigualdade no Brasil está se tornando verdade absoluta e incontrastável. Queda a conta-gotas, mas queda, de todo modo, a partir da introdução das bolsas-esmola, no governo Fernando Henrique, bastante aumentadas com Lula. Será mesmo verdade? Explico a dúvida: todas as informações sobre a queda na desigualdade provêm de uma única fonte, a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios, do IBGE). Não desconfio dos pesquisadores, mas dos pesquisados -de alguns deles pelo menos. Pobre ou beneficiário das bolsas certamente dirá a verdade sobre sua renda. Mas não é preciso ser muito observador para saber que rico, ou quem ganha razoavelmente bem, terá dificuldades em ser franco (medo de seqüestro, de assalto, do fisco etc). Não é esse, no entanto, o ponto principal. O ponto é que, mesmo de boa-fé, quem tem renda financeira, além do salário, dificilmente se lembrará dela na hora em que o pesquisador perguntar quanto o pesquisado ganha. Avalie o seu próprio comportamento nessa situação: mesmo de boa-fé, será que, quando lhe perguntam a renda, lembra de dizer que, além do salário, ganhou uns trocadinhos com a poupança? Imagine então quem, além da poupança, tem investimentos financeiros mais rentáveis. É bom lembrar estimativas de Márcio Pochmann segundo as quais 20 mil famílias faturaram R$ 105 bilhões em 2005 graças aos juros obscenos que o governo paga, ao passo que os 8 milhões de beneficiários das bolsas-esmolas ficaram com apenas R$ 7 bilhões. Não é razoável pensar que, em vez de a desigualdade ter diminuído, aumentou a renda dos sem-renda, que a declaram, ao passo que a renda dos com-juros tende a ser em parte escamoteada?
Frases
"Primeiro Lula inaugurou obras inacabadas. Agora vai vistoriá-las. O próximo passo será promover eventos em que o presidente 'desejará' o surgimento de uma obra."
Do deputado FERNANDO GABEIRA (PV-RJ), comentando declaração do ministro Tarso Genro, segundo quem Lula, proibido de inaugurar obras durante a campanha eleitoral, passará a fazer "vistorias".
Fonte: coluna painel folha de sao paulo
Do deputado FERNANDO GABEIRA (PV-RJ), comentando declaração do ministro Tarso Genro, segundo quem Lula, proibido de inaugurar obras durante a campanha eleitoral, passará a fazer "vistorias".
Fonte: coluna painel folha de sao paulo
sábado, junho 24, 2006
Nelson Rodrgues - Frases

- O jovem tem todos os defeitos do adulto e mais um: — o da imaturidade.
- Tudo passa, menos a adúltera. Nos botecos e nos velórios, na esquina e nas farmácias, há sempre alguém falando nas senhores que traem. O amor bem-sucedido não interessa a ninguém.
- Nós, da imprensa, somos uns criminosos do adjetivo. Com a mais eufórica das irresponsabilidades, chamamos de "ilustre", de "insigne", de "formidável", qualquer borra-botas.
- A grande vaia é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose. Os admiradores corrompem.
- O brasileiro não está preparado para ser "o maior do mundo" em coisa nenhuma. Ser "o maior do mundo" em qualquer coisa, mesmo em cuspe à distância, implica uma grave, pesada e sufocante responsabilidade.
- Há na aeromoça a nostalgia de quem vai morrer cedo. Reparem como vê as coisas com a doçura de um último olhar.
- Ou a mulher é fria ou morde. Sem dentada não há amor possível.
- O homem não nasceu para ser grande. Um mínimo de grandeza já o desumaniza. Por exemplo:
— um ministro. Não é nada, dirão. Mas o fato de ser ministro já o empalha. É como se ele tivesse algodão por dentro, e não entranhas vivas.
- Assim como há uma rua Voluntários da Pátria, podia haver uma outra que se chamasse, inversamente, rua Traidores da Pátria.- Está se deteriorando a bondade brasileira. De quinze em quinze minutos, aumenta o desgaste da nossa delicadeza
.- O boteco é ressoante como uma concha marinha. Todas as vozes brasileiras passam por ele.- A mais tola das virtudes é a idade. Que significa ter quinze, dezessete, dezoito ou vinte anos? Há pulhas, há imbecis, há santos, há gênios de todas as idades.
- Outro dia ouvi um pai dizer, radiante: — "Eu vi pílulas anticoncepcionais na bolsa da minha filha de doze anos!". Estava satisfeito, com o olho rútilo. Veja você que paspalhão!
- Em nosso século, o "grande homem" pode ser, ao mesmo tempo, uma boa besta.
- O artista tem que ser gênio para alguns e imbecil para outros. Se puder ser imbecil para todos, melhor ainda.
- Toda mulher bonita leva em si, como uma lesão da alma, o ressentimento. É uma ressentida contra si mesma.
- Acho a velocidade um prazer de cretinos. Ainda conservo o deleite dos bondes que não chegam nunca.
- Chegou às redações a notícia da minha morte. E os bons colegas trataram de fazer a notícia. Se é verdade o que de mim disseram os necrológios, com a generosa abundância de todos os necrológios, sou de fato um bom sujeito.
Fonte:www.releituras.com
Diogo mainardi
"Depois de quatro anos, com dezenas de artigos sobre o Papa-Léguas lulista, o esquema se desgastou. No ano que vem,mudo de assunto. Até lá, espero concluir algumas das histórias a que me dediquei.O resultado do meu esforço será o mesmo de sempre"
Lula é o Papa-Léguas. Eu sou o Coiote. Por quatro anos, imitei o desenho animado. Recorri a todas as artimanhas para capturar a presa: catapultas, foguetes, patins a jato, elásticos gigantes, tintas invisíveis, rochas desidratadas, comprimidos de terremoto. Nada deu certo. Lula sempre conseguiu escapar. E depois de escapar, como o Papa-Léguas, grasnou aquele estridente bip-bip em minha orelha, assustando-me e fazendo-me cair num abismo, em geral com uma pedra de 10 toneladas na cabeça.O maior achado do desenho animado de Chuck Jones é sua absoluta essencialidade. Os dois protagonistas, mudos, confrontam-se num panorama deserto, onde só há pedras e cactos, cujos espinhos terminam invariavelmente fincados na pele do Coiote. O Papa-Léguas é uma besta primária, um oportunista microcéfalo perfeitamente adaptado ao seu meio, que sabe apenas fugir e se esquivar das ciladas preparadas pelo Coiote. O Coiote, por sua vez, é a caricatura do humanista otário que acredita no triunfo da racionalidade, do conhecimento, do engenho humano, da lei, do progresso social, da tecnologia. E é repetidamente punido por causa disso. Se o Coiote é Lamarck, o Papa-Léguas é Darwin. Se o Coiote é o humanista Settembrini, o Papa-Léguas é o jesuíta Naphta. Se o Coiote é Bouvard e Pécuchet, o Papa-Léguas é a tempestade que devasta sua lavoura.A comicidade do Coiote e do Papa-Léguas não está na variedade das piadas. Pelo contrário: está no repisamento infinito da mesma piada. O Coiote prepara uma armadilha. O Papa-Léguas passa incólume por ela. O Coiote se revolta e cai na própria armadilha. Quando se recupera de seus efeitos calamitosos, prepara outra armadilha, num ciclo interminável. Chuck Jones definiu o Coiote como um fanático, citando o filósofo George Santayana, para quem "um fanático é aquele que redobra seu empenho quando já esqueceu seu objetivo". Foi a fórmula que, semana após semana, tentei plagiar aqui na coluna. Com Lula no papel do Papa-Léguas e eu no do Coiote.Chuck Jones dirigiu episódios do desenho animado de 1949 a 1965. Eu resisti bem menos. Depois de quatro anos, com dezenas de artigos sobre o Papa-Léguas lulista, o esquema se desgastou. No ano que vem, mudo definitivamente de assunto. Até lá, espero concluir algumas das histórias a que me dediquei no último período: do meu processo contra Lula, que já está no STF, à denúncia de que ele possui uma conta num paraíso fiscal. Da ação popular que pretendo mover contra a empresa de seu filho, que arrendou ilegalmente um canal de TV, à revelação de novos casos de financiamento ilícito ao PT. O resultado de meu esforço será o mesmo de sempre. O Papa-Léguas passará por mim a toda a velocidade, buzinando seu bip-bip. Eu, estupidamente, tentarei descobrir o que deu errado em meus planos e, de uma hora para outra, me verei caindo num abismo. Mas não ria. Porque você cairá junto comigo.
Fonte: www.minutopolitico.blogspot.com
Lula é o Papa-Léguas. Eu sou o Coiote. Por quatro anos, imitei o desenho animado. Recorri a todas as artimanhas para capturar a presa: catapultas, foguetes, patins a jato, elásticos gigantes, tintas invisíveis, rochas desidratadas, comprimidos de terremoto. Nada deu certo. Lula sempre conseguiu escapar. E depois de escapar, como o Papa-Léguas, grasnou aquele estridente bip-bip em minha orelha, assustando-me e fazendo-me cair num abismo, em geral com uma pedra de 10 toneladas na cabeça.O maior achado do desenho animado de Chuck Jones é sua absoluta essencialidade. Os dois protagonistas, mudos, confrontam-se num panorama deserto, onde só há pedras e cactos, cujos espinhos terminam invariavelmente fincados na pele do Coiote. O Papa-Léguas é uma besta primária, um oportunista microcéfalo perfeitamente adaptado ao seu meio, que sabe apenas fugir e se esquivar das ciladas preparadas pelo Coiote. O Coiote, por sua vez, é a caricatura do humanista otário que acredita no triunfo da racionalidade, do conhecimento, do engenho humano, da lei, do progresso social, da tecnologia. E é repetidamente punido por causa disso. Se o Coiote é Lamarck, o Papa-Léguas é Darwin. Se o Coiote é o humanista Settembrini, o Papa-Léguas é o jesuíta Naphta. Se o Coiote é Bouvard e Pécuchet, o Papa-Léguas é a tempestade que devasta sua lavoura.A comicidade do Coiote e do Papa-Léguas não está na variedade das piadas. Pelo contrário: está no repisamento infinito da mesma piada. O Coiote prepara uma armadilha. O Papa-Léguas passa incólume por ela. O Coiote se revolta e cai na própria armadilha. Quando se recupera de seus efeitos calamitosos, prepara outra armadilha, num ciclo interminável. Chuck Jones definiu o Coiote como um fanático, citando o filósofo George Santayana, para quem "um fanático é aquele que redobra seu empenho quando já esqueceu seu objetivo". Foi a fórmula que, semana após semana, tentei plagiar aqui na coluna. Com Lula no papel do Papa-Léguas e eu no do Coiote.Chuck Jones dirigiu episódios do desenho animado de 1949 a 1965. Eu resisti bem menos. Depois de quatro anos, com dezenas de artigos sobre o Papa-Léguas lulista, o esquema se desgastou. No ano que vem, mudo definitivamente de assunto. Até lá, espero concluir algumas das histórias a que me dediquei no último período: do meu processo contra Lula, que já está no STF, à denúncia de que ele possui uma conta num paraíso fiscal. Da ação popular que pretendo mover contra a empresa de seu filho, que arrendou ilegalmente um canal de TV, à revelação de novos casos de financiamento ilícito ao PT. O resultado de meu esforço será o mesmo de sempre. O Papa-Léguas passará por mim a toda a velocidade, buzinando seu bip-bip. Eu, estupidamente, tentarei descobrir o que deu errado em meus planos e, de uma hora para outra, me verei caindo num abismo. Mas não ria. Porque você cairá junto comigo.
Fonte: www.minutopolitico.blogspot.com
Mulher de bandido
LARANJADA DA QUADRILHA!
É através do cartão corporativo da funcionária MARIA EMÍLIA ÉVORA, que digníssima primeira dama desta nação torrou 441 milhas ano passado. Sendo 198 mil em saque em dinheiro vivo.É a laranja da primeira dama que, por lei, não pode ter seus gastos pessoais pagos pelo governo.É o equivalente a 55 milhas mensais.
Fonte: www.minutopolitico.blogspot.com
É através do cartão corporativo da funcionária MARIA EMÍLIA ÉVORA, que digníssima primeira dama desta nação torrou 441 milhas ano passado. Sendo 198 mil em saque em dinheiro vivo.É a laranja da primeira dama que, por lei, não pode ter seus gastos pessoais pagos pelo governo.É o equivalente a 55 milhas mensais.
Fonte: www.minutopolitico.blogspot.com
Mais causos dos amigos do Picareta
Isto é:
Delúbio sempre.
ISTOÉ: Novo esquema de remessas de dinheiro controlado pelo PT é denunciado na Polícia Federal Acabam de chegar ao Ministério Público Federal três páginas de um depoimento bombástico. A peça revela uma faceta ainda desconhecida do esquema de caixa 2 montado dentro do PT pelo ex-tesoureiro do partido, Delúbio Soares. Wendell Resende de Olivera, ex-motorista da deputada federal Neide Aparecida (PT-GO), declarou oficialmente à Polícia Federal que Delúbio, ao longo de mais de um ano, repassou dinheiro vivo à deputada, usando contas de assessores para não chamar atenção. Outra técnica de despiste era a de fazer remessas picadas, em quantias relativamente pequenas, para não chamar atenção das autoridades financeiras. ISTOÉ obteve com exclusividade uma cópia do depoimento.
Wendell contou à polícia que os depósitos feitos a mando de Delúbio seguiam rigorosamente uma lista preparada pelo gabinete da deputada Neide e encaminhada ao diretório nacional do partido, em São Paulo. Tudo feito a pedido de Delúbio. Da lista constavam os nomes dos assessores e suas respectivas contas correntes. O motorista assegurou aos agentes federais que o esquema funcionou, firme e forte, de 2003 até o início do ano passado. Wendell chegou a relacionar nome e sobrenome de cinco auxiliares de Neide Aparecida que recebiam dinheiro: Daniele Batista Alencar, Vinícius de Sá, Adriana Zupelli, Lílian Giovanucci e Débora da Silva Quixabeira. Mas é num sexto nome que está o foco do atual estágio das investigações sobre o caixa 2 do PT. É o do motorista que servia ao próprio Delúbio Soares em Goiás, Luiz Cláudio Martins. Informalmente, os investigadores já foram alertados de que pelas contas bancárias dele passavam rios de dinheiro: além de dirigir para Delúbio, Martins teria servido de laranja para as movimentações financeiras do chefe. Assim que estourou o escândalo do mensalão, há um ano, ele sumiu do mapa. Deixou Goiânia e foi morar com parentes no interior de Goiás. Agora, reapareceu. Está trabalhando justamente no escritório político de Neide Aparecida. Procurada por ISTOÉ, a deputada Neide Aparecida não quis falar – e proibiu seus assessores de prestarem quaisquer declarações. Ela passou a tarefa a seu advogado, Sebastião Leite. “Cadê os dólares, cadê o dinheiro? Sem prova não tem crime”, disse Leite à reportagem. Essa não é a primeira vez que Wendell, hoje funcionário de um call center, aparece no noticiário. No ano passado, no auge da crise, ele revelou ter viajado de Goiânia a São Paulo para buscar, no diretório nacional petista, um pacote com US$ 200 mil. Era uma encomenda de Delúbio Soares para a deputada Neide Aparecida. Logo após contar a história à imprensa, Wendell desapareceu. A Polícia Federal tentou intimá-lo para formalizar o depoimento. Sem sucesso. A amigos, Wendell confidenciou que estava sendo ameaçado de morte. Agora ele reapareceu. No dia 26 de abril, esteve na Superintendência da PF e deu detalhes da história dos dólares. A viagem foi no dia 27 de setembro de 2004, às vésperas das eleições municipais. De Goiânia a São Paulo, ele foi de avião. Rumou direto para o escritório do PT, onde foi recebido por uma das secretárias de Delúbio, de nome Edilene, que lhe entregou dois envelopes recheados de verdinhas. O dinheiro foi conferido ali mesmo. Eram US$ 200 mil. Seguindo determinação da própria deputada, o motorista voltou para Goiânia de ônibus. Era para não correr o risco de ser flagrado pelos aparelhos de raio X do aeroporto, disse. Os dólares foram trocados por reais numa casa de câmbio do centro de Goiânia. Depois, parte do dinheiro foi repassada a terceiros. Dentre eles Carlos Soares, irmão de Delúbio que era candidato a vereador pelo PT.Para surpresa dos policiais, além de confirmar a história dos dólares, de quebra o motorista ainda revelou o esquema de Delúbio para repassar dinheiro através de contas de assessores da deputada. Agora, os investigadores querem saber se o mesmo procedimento foi usado para turbinar o caixa de outros deputados petistas. Pelo histórico, o fim dessa história ainda está longe.
Por Rodrigo Rangel.
Fonte: www.minutopolitico.blogspot.com
Delúbio sempre.
ISTOÉ: Novo esquema de remessas de dinheiro controlado pelo PT é denunciado na Polícia Federal Acabam de chegar ao Ministério Público Federal três páginas de um depoimento bombástico. A peça revela uma faceta ainda desconhecida do esquema de caixa 2 montado dentro do PT pelo ex-tesoureiro do partido, Delúbio Soares. Wendell Resende de Olivera, ex-motorista da deputada federal Neide Aparecida (PT-GO), declarou oficialmente à Polícia Federal que Delúbio, ao longo de mais de um ano, repassou dinheiro vivo à deputada, usando contas de assessores para não chamar atenção. Outra técnica de despiste era a de fazer remessas picadas, em quantias relativamente pequenas, para não chamar atenção das autoridades financeiras. ISTOÉ obteve com exclusividade uma cópia do depoimento.
Wendell contou à polícia que os depósitos feitos a mando de Delúbio seguiam rigorosamente uma lista preparada pelo gabinete da deputada Neide e encaminhada ao diretório nacional do partido, em São Paulo. Tudo feito a pedido de Delúbio. Da lista constavam os nomes dos assessores e suas respectivas contas correntes. O motorista assegurou aos agentes federais que o esquema funcionou, firme e forte, de 2003 até o início do ano passado. Wendell chegou a relacionar nome e sobrenome de cinco auxiliares de Neide Aparecida que recebiam dinheiro: Daniele Batista Alencar, Vinícius de Sá, Adriana Zupelli, Lílian Giovanucci e Débora da Silva Quixabeira. Mas é num sexto nome que está o foco do atual estágio das investigações sobre o caixa 2 do PT. É o do motorista que servia ao próprio Delúbio Soares em Goiás, Luiz Cláudio Martins. Informalmente, os investigadores já foram alertados de que pelas contas bancárias dele passavam rios de dinheiro: além de dirigir para Delúbio, Martins teria servido de laranja para as movimentações financeiras do chefe. Assim que estourou o escândalo do mensalão, há um ano, ele sumiu do mapa. Deixou Goiânia e foi morar com parentes no interior de Goiás. Agora, reapareceu. Está trabalhando justamente no escritório político de Neide Aparecida. Procurada por ISTOÉ, a deputada Neide Aparecida não quis falar – e proibiu seus assessores de prestarem quaisquer declarações. Ela passou a tarefa a seu advogado, Sebastião Leite. “Cadê os dólares, cadê o dinheiro? Sem prova não tem crime”, disse Leite à reportagem. Essa não é a primeira vez que Wendell, hoje funcionário de um call center, aparece no noticiário. No ano passado, no auge da crise, ele revelou ter viajado de Goiânia a São Paulo para buscar, no diretório nacional petista, um pacote com US$ 200 mil. Era uma encomenda de Delúbio Soares para a deputada Neide Aparecida. Logo após contar a história à imprensa, Wendell desapareceu. A Polícia Federal tentou intimá-lo para formalizar o depoimento. Sem sucesso. A amigos, Wendell confidenciou que estava sendo ameaçado de morte. Agora ele reapareceu. No dia 26 de abril, esteve na Superintendência da PF e deu detalhes da história dos dólares. A viagem foi no dia 27 de setembro de 2004, às vésperas das eleições municipais. De Goiânia a São Paulo, ele foi de avião. Rumou direto para o escritório do PT, onde foi recebido por uma das secretárias de Delúbio, de nome Edilene, que lhe entregou dois envelopes recheados de verdinhas. O dinheiro foi conferido ali mesmo. Eram US$ 200 mil. Seguindo determinação da própria deputada, o motorista voltou para Goiânia de ônibus. Era para não correr o risco de ser flagrado pelos aparelhos de raio X do aeroporto, disse. Os dólares foram trocados por reais numa casa de câmbio do centro de Goiânia. Depois, parte do dinheiro foi repassada a terceiros. Dentre eles Carlos Soares, irmão de Delúbio que era candidato a vereador pelo PT.Para surpresa dos policiais, além de confirmar a história dos dólares, de quebra o motorista ainda revelou o esquema de Delúbio para repassar dinheiro através de contas de assessores da deputada. Agora, os investigadores querem saber se o mesmo procedimento foi usado para turbinar o caixa de outros deputados petistas. Pelo histórico, o fim dessa história ainda está longe.
Por Rodrigo Rangel.
Fonte: www.minutopolitico.blogspot.com
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